Pela segunda vez, Marin pede tempo para pagar fiança à Justiça
Por Matheus Caldas
José Maria Marin, ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) enfenta dificuldades para pagar uma fiança de U$$ 1 milhão à Justiça dos Estados Unidos. Além dessa fiança, Marin tem que oferecer garantias no valor U$$ 15 milhões. Essas garantias fazem parte da condição que a Justiça americana concedeu a ele, de ficar em sua casa em Nova York, aguardando os julgamentos. No entanto, pela segunda vez, ele pediu mais tempo para pagar a parte em dinheiro vivo do acordo. O prazo para o pagamento é a próxima sexta-feira (27).
Esse pedido foi feito por meio de uma carta, enviada por seu advogado Charles A. Stillman, a Raymond Deariea, juiz do caso "Estados Unidos x Jeffrey Webb", em que o ex-cartola brasileiro está sendo acusado de participação. Ele é investigado por lavagem de dinheiro e corrupção no “FifaGate”.
"Escrevo para pedir uma nova extensão do tempo para pagar a fiança de meu cliente, José Maria Marin. Portanto, peço que o tempo para depositar à Corte o valor de US$ 1 milhão em dinheiro seja ampliado até 27 de novembro, e os posteriores US$ 2 milhões [da garantia] até 4 de dezembro", escreveu Stillman, em carta enviada na última sexta-feira (20) à Justiça americana.
Esse pedido foi feito por meio de uma carta, enviada por seu advogado Charles A. Stillman, a Raymond Deariea, juiz do caso "Estados Unidos x Jeffrey Webb", em que o ex-cartola brasileiro está sendo acusado de participação. Ele é investigado por lavagem de dinheiro e corrupção no “FifaGate”.
"Escrevo para pedir uma nova extensão do tempo para pagar a fiança de meu cliente, José Maria Marin. Portanto, peço que o tempo para depositar à Corte o valor de US$ 1 milhão em dinheiro seja ampliado até 27 de novembro, e os posteriores US$ 2 milhões [da garantia] até 4 de dezembro", escreveu Stillman, em carta enviada na última sexta-feira (20) à Justiça americana.
