Sauber e Force Índia denunciam concorrência desleal na Fórmula 1
Por Edimário Duplat
As escuderias Sauber e Force Índia formalizaram uma queixa à União Europeia contra o modelo de premiação efetuado pela organização da Fórmula 1. Segundo as empresas, os grandes times como Mercedes, Ferrari e Mc Laren têm sido beneficiados na partilha da distribuição do dinheiro.
Das receitas obtidas por meio de taxas das sedes, direitos de mídia e patrocínios, cerca de 65% deste valor é distribuído entre as equipes. Entretanto, as duas empresas tem recebido apenas pela colocação e não pelo pagamento premium efetuado para as construtoras melhores colocadas.
“Estes pagamentos injustos deixam as equipes independentes em permanente desvantagem esportiva e econômica, além de prejudicar diretamente a categoria. Com a garantia de uma vantagem contínua para algumas equipes selecionadas, a disputa fica gravemente prejudicada. Os beneficiados têm muito mais dinheiro para investir em tecnologia, desenvolvimento, pesquisa e equipamento, o que aumenta a diferença de performance e predetermina o resultado dos campeonatos. São práticas ilegais que afetam o esporte, os pilotos, as milhares de pessoas que trabalham na F-1 e os torcedores”, afirma o documento enviado à União Europeia.
Atualmente a Force India ocupa a quinta posição do Mundial de construtores, enquanto a Sauber é a oitava. A Fórmula 1 parte agora para a Rússia, onde recebe a 15ª etapa da temporada no circuito de Sochi.
Das receitas obtidas por meio de taxas das sedes, direitos de mídia e patrocínios, cerca de 65% deste valor é distribuído entre as equipes. Entretanto, as duas empresas tem recebido apenas pela colocação e não pelo pagamento premium efetuado para as construtoras melhores colocadas.
“Estes pagamentos injustos deixam as equipes independentes em permanente desvantagem esportiva e econômica, além de prejudicar diretamente a categoria. Com a garantia de uma vantagem contínua para algumas equipes selecionadas, a disputa fica gravemente prejudicada. Os beneficiados têm muito mais dinheiro para investir em tecnologia, desenvolvimento, pesquisa e equipamento, o que aumenta a diferença de performance e predetermina o resultado dos campeonatos. São práticas ilegais que afetam o esporte, os pilotos, as milhares de pessoas que trabalham na F-1 e os torcedores”, afirma o documento enviado à União Europeia.
Atualmente a Force India ocupa a quinta posição do Mundial de construtores, enquanto a Sauber é a oitava. A Fórmula 1 parte agora para a Rússia, onde recebe a 15ª etapa da temporada no circuito de Sochi.
