Atirador conquista vaga olímpica pelo Brasil e rival promete entrar na justiça
Por Edimário Duplat
A vaga brasileira na Fossa Olímpica de Tiro ao Prato vem causando dor de cabeça para o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Apesar de Roberto Schmits comemorar a participação no evento, o atleta Rodrigo Bastos culpa a Confederação Brasileira de Tiro Esportivo (CBTE) por não esclarecer os critérios de escolha e promete entrar na justiça para ir aos Jogos do Rio 2016.
“Na verdade, todo o processo em si, eu sempre discordei sobre a escolha do atleta. Não era claro, a forma como foi feito o regulamento inicial, logo em seguida já teve um adendo, depois mais um posicionamento. Muitas vezes em reuniões obscuras. Isso sempre me preocupou. O que eles alegam, do regulamento, que eu sabia ou os atletas sabiam, é uma mentira. Meus advogados pediram para não comentar mais nada sobre isso. Mesmo não concordando com as coisas, eu era voto vencido, porque passava desapercebido. A Federação impunha certas situações e outras eram deixadas um pouco de lado. A minha intenção é tentar sim reverter a situação. Vou entrar na Justiça”, afirmou Bastos.
Segundo o atirador, a CBTE afirmava que seriam somados os três resultados conquistados em Copas do Mundo além do Campeonato Mundial para chegar ao melhor colocado. Entretanto, a entidade esportiva efetuou alterações no regulamento inicial e não houve concordância entre os competidores com os novos termos de classificação.
Para Schmits, o resultado da vaga já estava definido e seriam utilizados uma das etapas do Brasileiro e duas das quatro Copas do Mundo. “Nós fomos para Itália sabendo da pontuação. Ele está surtando. Todos nós sabíamos da regra desde fevereiro. Nós viajamos há muitos anos juntos, somos companheiros. Não sei por quê ele está fazendo isso. O André cedeu uma vaga para ele competir nos EUA em 2014, para ele conquistar um lugar legal. E no seguinte, ele foi no meu lugar. Já fui sétimo no ranking mundial. Essas coisas que já fiz por ele, não disputar final para dar pontos e ajudar.. Eu não entendo. Dizer que mudou o regulamento... mas nós fomos avisados. A gente se encontrou lá na Itália e o clima foi muito amistoso. Ele está fazendo uma coisa que eu jamais faria com ele. Ele alega algo que é mentira. Todo mundo sabia, teve uma reunião em Curitiba. Ele diz que foi prejudicado por ser forçado a ir ao Azerbaijão. Mas não foi isso. Eu acho que houve uma pressão, não sei. O que ele está fazendo não se faz”, condenou.
“Na verdade, todo o processo em si, eu sempre discordei sobre a escolha do atleta. Não era claro, a forma como foi feito o regulamento inicial, logo em seguida já teve um adendo, depois mais um posicionamento. Muitas vezes em reuniões obscuras. Isso sempre me preocupou. O que eles alegam, do regulamento, que eu sabia ou os atletas sabiam, é uma mentira. Meus advogados pediram para não comentar mais nada sobre isso. Mesmo não concordando com as coisas, eu era voto vencido, porque passava desapercebido. A Federação impunha certas situações e outras eram deixadas um pouco de lado. A minha intenção é tentar sim reverter a situação. Vou entrar na Justiça”, afirmou Bastos.
Segundo o atirador, a CBTE afirmava que seriam somados os três resultados conquistados em Copas do Mundo além do Campeonato Mundial para chegar ao melhor colocado. Entretanto, a entidade esportiva efetuou alterações no regulamento inicial e não houve concordância entre os competidores com os novos termos de classificação.
Para Schmits, o resultado da vaga já estava definido e seriam utilizados uma das etapas do Brasileiro e duas das quatro Copas do Mundo. “Nós fomos para Itália sabendo da pontuação. Ele está surtando. Todos nós sabíamos da regra desde fevereiro. Nós viajamos há muitos anos juntos, somos companheiros. Não sei por quê ele está fazendo isso. O André cedeu uma vaga para ele competir nos EUA em 2014, para ele conquistar um lugar legal. E no seguinte, ele foi no meu lugar. Já fui sétimo no ranking mundial. Essas coisas que já fiz por ele, não disputar final para dar pontos e ajudar.. Eu não entendo. Dizer que mudou o regulamento... mas nós fomos avisados. A gente se encontrou lá na Itália e o clima foi muito amistoso. Ele está fazendo uma coisa que eu jamais faria com ele. Ele alega algo que é mentira. Todo mundo sabia, teve uma reunião em Curitiba. Ele diz que foi prejudicado por ser forçado a ir ao Azerbaijão. Mas não foi isso. Eu acho que houve uma pressão, não sei. O que ele está fazendo não se faz”, condenou.
