Maior medalhista da história do Pan, Thiago Pereira vibra: 'Orgulho de tudo o que fiz'
O brasileiro Thiago Pereira se tornou o maior medalhista da história dos Jogos Pan-Americanos, ao faturar a sua 23ª medalha na competição na noite deste sábado (18). Com o resultado, ele desbancou o ginasta cubano Erick Lópes, que já se aposentou. O atleta brasileiro não escondeu a felicidade pelo feito.
“É importante aproveitar esse momento. Daqui a alguns anos, tudo isso vai virar lembrança. Quando começo a ver o que passei em Olimpíadas, em Mundiais, nos Sul-Americanos, sinto o maior orgulho de tudo o que fiz. Sei que não foi fácil. E que continua não sendo. Nunca é. E não ser fácil é o que torna tudo mais emocionante e mais gostoso”, declarou.
Para conquistar o recorde, Thiago contou com ajuda de seus companheiros. A 23ª medalha foi no revezamento 4x100m medley, um ouro. Porém, ele não nadou a final e só esteve na piscina apenas nas eliminatórias, pela manhã. Como não nadou a final, Pereira ganhou a medalha, mas não subiria o pódio. Porém, a organização Pan quebrou o protocolo e permitiu que ele fosse ao pódio sozinho, tratamento igual ao que recebeu o americano Michael Phelps, quando ele se tornou, em Londres-2012, o recordista de medalha dos jogos olímpicos.
O nadador ainda garantiu que não se deixou levar pela pressão em busca do recorde.
“Chega um momento em nossa carreira em que as pessoas acabam criando uma expectativa para os resultados. Não tem jeito. A partir do momento que você atinge um estágio no esporte, precisa aprender a conviver com isso. Faz parte do jogo. Qualquer grande atleta passa por isso. No futebol, na natação ou no vôlei. Tem de aprender a lidar com isso, para não afetar a performance. Eu pensei dia a dia. Mas é claro que a contabilidade esteve sempre lá, no subconsciente. O pessoal sempre falando que faltam três, faltam duas, falta uma. Isso acaba entrando na sua cabeça. Faz parte do jogo”, destacou.
Thiago Pereira evita fazer projeções para o próximo Pan, que será disputado em Lima, no Peru, em 2019. Ele agora foca nos Jogos Olímpicos do Rio-2016.
“Não sei. Vocês pensam muito longe. Já estão em Lima. Antes, temos muita coisa para acontecer. Primeiro é o Rio-2016. Depois, a gente vê o que vai acontecer”, concluiu.
“É importante aproveitar esse momento. Daqui a alguns anos, tudo isso vai virar lembrança. Quando começo a ver o que passei em Olimpíadas, em Mundiais, nos Sul-Americanos, sinto o maior orgulho de tudo o que fiz. Sei que não foi fácil. E que continua não sendo. Nunca é. E não ser fácil é o que torna tudo mais emocionante e mais gostoso”, declarou.
Para conquistar o recorde, Thiago contou com ajuda de seus companheiros. A 23ª medalha foi no revezamento 4x100m medley, um ouro. Porém, ele não nadou a final e só esteve na piscina apenas nas eliminatórias, pela manhã. Como não nadou a final, Pereira ganhou a medalha, mas não subiria o pódio. Porém, a organização Pan quebrou o protocolo e permitiu que ele fosse ao pódio sozinho, tratamento igual ao que recebeu o americano Michael Phelps, quando ele se tornou, em Londres-2012, o recordista de medalha dos jogos olímpicos.
O nadador ainda garantiu que não se deixou levar pela pressão em busca do recorde.
“Chega um momento em nossa carreira em que as pessoas acabam criando uma expectativa para os resultados. Não tem jeito. A partir do momento que você atinge um estágio no esporte, precisa aprender a conviver com isso. Faz parte do jogo. Qualquer grande atleta passa por isso. No futebol, na natação ou no vôlei. Tem de aprender a lidar com isso, para não afetar a performance. Eu pensei dia a dia. Mas é claro que a contabilidade esteve sempre lá, no subconsciente. O pessoal sempre falando que faltam três, faltam duas, falta uma. Isso acaba entrando na sua cabeça. Faz parte do jogo”, destacou.
Thiago Pereira evita fazer projeções para o próximo Pan, que será disputado em Lima, no Peru, em 2019. Ele agora foca nos Jogos Olímpicos do Rio-2016.
“Não sei. Vocês pensam muito longe. Já estão em Lima. Antes, temos muita coisa para acontecer. Primeiro é o Rio-2016. Depois, a gente vê o que vai acontecer”, concluiu.
