Clubes tradicionais do estado celebram aniversário no dia 1º de janeiro
Por Edimário Duplat

Galícia e Bahia jogam pelo Campeonato Baiano 2014.
(Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias)
Primeiro tricampeão do estado, o Galícia foi fundado em 1933 por imigrantes espanhóis provenientes da região de mesmo nome e conquistou o seu primeiro titulo em 1937, quando se sagrou campeão depois de dois vice-campeonatos em seqüência. Com o segundo lugar entre 38 a 40, o time granadeiro fez história nas temporadas 41/42/43 quando conseguiu a primeira conquista de três títulos consecutivos no futebol baiano. Campeão também em 1968, o Demolidor de Campeões amargou um período na segunda divisão no final do século XX e inicio do século XXI, retornando a elite na temporada 2014. Além do futebol masculino, o clube também teve destaque no futebol feminino (onde foi Campeão do Nordeste em 2000) e no Rugby, onde se tornou tricampeão regional.

Equipe do Galícia na década de 30 (Foto: Aquivo/Galícia)

Flu de Feira, campeão baiano em 1969. (Foto: Reprodução/Arquivo)
Mesmo sendo o mais novo entre os aniversariantes, a Catuense não deixa de ser importante na história do futebol baiano. Fundado em 1974 por empresários de uma empresa de transportes rodoviários de mesmo nome, a equipe representa a cidade de Catu desde os seus primeiros anos, quando disputava campeonatos amadores na cidade vizinha de Alagoinhas. Em 1980, foi convidada a integrar o esporte profissional e conseguiu chegar ao vice-campeonato do Baianão em 1983, 1986, 1987 e 2003. Neste período, revelou grandes jogadores como Bobô, Vandick, Naldinho, Zanata e Luiz Henrique, além de protagonizar o Clássico da Laranja com o Atlético de Alagoinhas. Além disso, a Catuca conquistou a Taça Estado da Bahia em 2001 e o Campeonato do Interior da Bahia em 2004. Vale também as suas campanhas na Série B nacional em 89 e 90, quando parou nas semifinais e ficou a um passo de integrar a elite do futebol brasileiro. Em 94, disputou a Série C e também não conseguiu o acesso ao ficar na quarta posição com apenas duas vagas para a segundona de 1995.

Catuense e um dos clássicos uniformes em referência a
seleção alemã da década de 90 (Foto: Reprodução/Arquivo)
