Direção do Circuito Mundial de Surfe 'torce' por título de Gabriel Medina
Por Ricardo Alves
Desde que o surfe se tornou um esporte profissional, 38 anos atrás, ainda não houve um campeão brasileiro ou sul-americano. Os vencedores sempre americanos, havaianos ou australianos, com exceção dos sul-africanos Shaun Tomson, em 1977, e Martin Potter, em 1989. Atual líder do ranking mundial, com chances de fazer história no surfe apenas aos 20 anos, Gabriel Medina foi o melhor em nove das dez etapas disputadas até o momento. Na etapa que está sendo disputada no Havaí, a última do circuito, basta Medina chegar na final para se tornar campeão.
Diante dessa situação, o diretor da Associação de Surfistas Profissionais (ASP), Renato Hickel, considera mais interessante ter um jovem como o melhor do mundo: "Eu acredito que o título para o Gabriel Medina vai ser muito melhor e benéfico para a ASP e para o surfe profissional do que o Kelly ganhar o 12º e o Mick o quarto. Não só pelo fato de que ele quebraria essa hegemonia australiana e americana, contando os havaianos como americanos, mas pelo fato de toda a expectativa em torno do nome do Medina desde quando ele entrou para o circuito.
Diante dessa situação, o diretor da Associação de Surfistas Profissionais (ASP), Renato Hickel, considera mais interessante ter um jovem como o melhor do mundo: "Eu acredito que o título para o Gabriel Medina vai ser muito melhor e benéfico para a ASP e para o surfe profissional do que o Kelly ganhar o 12º e o Mick o quarto. Não só pelo fato de que ele quebraria essa hegemonia australiana e americana, contando os havaianos como americanos, mas pelo fato de toda a expectativa em torno do nome do Medina desde quando ele entrou para o circuito.
