Ex-Vitória revela que Inter fez proposta de ‘Mala Branca’ contra o Palmeiras em 2002
Por Edimário Duplat
Autor do gol que rebaixou o Palmeiras no Campeonato Brasileiro de 2002, o atacante André Neles confessou que o Internacional de Porto Alegre fez uma proposta de “Mala Branca” para o Vitória rebaixar o alviverde no Campeonato Brasileiro de 2002. Na ocasião, o time baiano brigava para se classificar a próxima fase do torneio, mas não deixou de ser alvo de propostas dos clubes interessados pela derrota do clube paulista.
“Foi um jogo tenso. O Vitória estava bem no campeonato e poderia ficar entre os oito melhores com uma combinação de resultados. Entramos determinados a vencer. Já o Palmeiras estava nervoso, não conseguiu fazer um bom jogo. Acabamos ganhando, e eu tive a felicidade de marcar o quarto gol. Saiu de uma grande jogada do Zé Roberto, que entrou na área, driblou dois zagueiros e chutou. O Sérgio rebateu, e a bola caiu no meu pé. Só tive o trabalho de empurrar para dentro. Isso praticamente rebaixou o Palmeiras” afirmou o jogador em entrevista ao site Espn.com.br, onde também não negou as propostas ouvidas pelos atletas no clube naquela ocasião. “O Inter foi um deles. Ofereceu um dinheiro e não mandou. A gente ganhou também porque o Inter precisava do resultado, estava para cair. Foi um dos clubes que entraram em contato e fizeram a oferta. Mas ninguém pagou. Futebol é assim: a mala branca é oferecida às vezes, mas acaba não aparecendo” confessou.
Segundo o próprio André, que ainda atua no futebol, a cobrança é algo difícil de ser realizado já que todo o processo é feito de forma informal e acaba sendo negada por quem fez. “A pessoa te liga e fala: olha, tenho tanto para você ganhar o jogo amanhã. Ganhando, a gente leva o seu dinheiro depois do jogo. Aí, você ganha, mas o dinheiro não vem” confirmou André, que também afirmou nunca ter recebido nenhuma dessas propostas de “Mala Branca”.
Conhecido também por André Balada, o jogador acabou se convertendo e hoje também atua como cantor gospel. Depois de defender o Operário de Várzea Grande-MT, o atleta estuda convites de retornar ao futebol paulista ou atuar pelo Icasa. “Estou jogando ainda. Pretendo continuar por mais uns dois, no máximo três anos. Até porque tenho condição física: não bebo, não fumo, não vou para a balada, nada. Por isso, tenho o corpo inteiro, sem lesão, sem problema muscular. Fisicamente, estou muito bem” finalizou.
“Foi um jogo tenso. O Vitória estava bem no campeonato e poderia ficar entre os oito melhores com uma combinação de resultados. Entramos determinados a vencer. Já o Palmeiras estava nervoso, não conseguiu fazer um bom jogo. Acabamos ganhando, e eu tive a felicidade de marcar o quarto gol. Saiu de uma grande jogada do Zé Roberto, que entrou na área, driblou dois zagueiros e chutou. O Sérgio rebateu, e a bola caiu no meu pé. Só tive o trabalho de empurrar para dentro. Isso praticamente rebaixou o Palmeiras” afirmou o jogador em entrevista ao site Espn.com.br, onde também não negou as propostas ouvidas pelos atletas no clube naquela ocasião. “O Inter foi um deles. Ofereceu um dinheiro e não mandou. A gente ganhou também porque o Inter precisava do resultado, estava para cair. Foi um dos clubes que entraram em contato e fizeram a oferta. Mas ninguém pagou. Futebol é assim: a mala branca é oferecida às vezes, mas acaba não aparecendo” confessou.
Segundo o próprio André, que ainda atua no futebol, a cobrança é algo difícil de ser realizado já que todo o processo é feito de forma informal e acaba sendo negada por quem fez. “A pessoa te liga e fala: olha, tenho tanto para você ganhar o jogo amanhã. Ganhando, a gente leva o seu dinheiro depois do jogo. Aí, você ganha, mas o dinheiro não vem” confirmou André, que também afirmou nunca ter recebido nenhuma dessas propostas de “Mala Branca”.
Conhecido também por André Balada, o jogador acabou se convertendo e hoje também atua como cantor gospel. Depois de defender o Operário de Várzea Grande-MT, o atleta estuda convites de retornar ao futebol paulista ou atuar pelo Icasa. “Estou jogando ainda. Pretendo continuar por mais uns dois, no máximo três anos. Até porque tenho condição física: não bebo, não fumo, não vou para a balada, nada. Por isso, tenho o corpo inteiro, sem lesão, sem problema muscular. Fisicamente, estou muito bem” finalizou.
