Marcelinho Guimarães no "Nação Tricolor"
Por (Éder Ferrari)
Sobre a enorme rejeição a seu nome entre a maioria dos torcedores do Bahia, o deputado federal Marcelo Guimarães Filho foi esperto e esquivou-se de qualquer comparação. “Não sou candidato de Maracajá, de Marcelo Guimarães, nem de ninguém, sou independente. Falam que o grupo está à frente do Bahia há mais de 20 anos, mas há 20 anos eu tinha 12 anos e, portanto, nada a ver com o que acontecia no clube. Agora é claro que eu entendo e aceito com a maior naturalidade essa cobrança, que é até um estímulo pra mim. Mas eu tenho certeza que a torcida não é contra mim, até porque nunca fiz parte da diretoria do Bahia, mas o nome de meu pai pesa e eu não posso negar, mesmo achando que Marcelo Guimarães fez muita coisa boa como à hospedaria da divisão de base e o prédio da administração no Fazendão.” Quando abordado se essa independência passava pela saída de nomes como o do diretor de futebol Rui Aciolly, ligado ao seu pai, o deputado se esquivou e não confirmou nada: “Temos que parar de nominar. Tenho que falar com todo mundo para saber quais foram os erros para não repeti-los. Não importa quem é ligado a quem. Tenho que ouvir todo mundo para trazer a maioria pro nosso lado, já que não existe unanimidade. 'Não existe rei sem súditos!'” Detalhe que: Marcelinho demonstrava surpresa e até mesmo empolgação quando, no final da resenha, alguns torcedores demonstraram apoio a ele por telefone.
