Dirigentes pedem devolução de taças roubadas dos Mundiais de vôlei
Os dirigentes da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) e da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) pediram, neste sábado (23), a devolução das taças que seriam entregues aos campeões dos Mundiais masculino e feminino. As peças foram roubadas na sexta-feira (22), no Rio de Janeiro.
"Essas taças não têm nenhum valor econômico. Apenas têm o valor artístico e o valor sentimental de quem vai recebê-las", disse o brasileiro Ary Graça, presidente da entidade internacional. Ele garantiu que já foi pedida a confecção de novos troféus.
"Ao contrário da Copa do Mundo de futebol, que tem valor financeiro por ser de ouro maciço, as taças dos Mundiais de vôlei não possuem valor de mercado. Ninguém vai ganhar nada com sua venda. Sua devolução seria uma demonstração de amor ao vôlei brasileiro", disse o superintendente da CBV, Neuri Barbieri.
As duas taças dos Mundiais estavam no caminhão de uma transportadora que foi roubado em um estacionamento de shopping na Barra da Tijuca. Eles estavam em um "tour" mundial e foram expostos em São Paulo e no Rio de Janeiro, para depois serem enviados à Suíça.
