Técnica que assumiu time masculino estreia com derrota no Campeonato Francês
Por Edimário Duplat
Ex-jogadora da seleção francesa de futebol feminino, a treinadora dp Clermont Foot, Corinne Diacre, entrou para a história na última segunda-feira (4) como a primeira mulher a comandar uma equipe masculina em uma partida oficial do futebol francês. Entretanto, a sua estreia a beira do gramado não acabou em festa, hja que sua equipe foi derrotada por 2 a 1 pelo Brest, em jogo válido pela segunda divisão francesa.
"Nunca é divertido perder, isso é óbvio. Agora, nós tropeçamos contra uma boa equipe do Brest que vem fazendo um bom trabalho. Cometemos dois erros na nossa área e pagamos. Mas fizemos coisas boas, isso é um bom presságio para o futuro" declarou Corinne após a partida.
Com 39 anos, Diacre foi atleta do Soyaux e da seleção francesa feminina durante os anos de 1988 a 2007, atuando na defesa e marcando 14 gols em 121 partidas pelo selecionado azul. Fora das quatro linhas, a ex-jogadora iniciou como assistente técnica da equipe feminina nacional e depois assumiu o Soyaux por três anos, ficando no cargo até 2014, quando foi contratada pelo Clermont.
Na ocasião, Corinne falou sobre uma possível pressão que poderia sofrer em comandar um clube de futebol masculino "Não tenho medo, treinar uma equipe levando em conta somente o sexo, masculino ou feminino, é absurdo. Treinamos porque amamos o futebol. Não tenho nenhuma responsabilidade particular. Sou uma a mais. Sei por que estou aqui e o que tenho que fazer. Pressão eu terei, obviamente, mas a ideia é transmitir o mínimo de orientações possíveis para que meus jogadores se sintam à vontade em campo".
"Nunca é divertido perder, isso é óbvio. Agora, nós tropeçamos contra uma boa equipe do Brest que vem fazendo um bom trabalho. Cometemos dois erros na nossa área e pagamos. Mas fizemos coisas boas, isso é um bom presságio para o futuro" declarou Corinne após a partida.
Com 39 anos, Diacre foi atleta do Soyaux e da seleção francesa feminina durante os anos de 1988 a 2007, atuando na defesa e marcando 14 gols em 121 partidas pelo selecionado azul. Fora das quatro linhas, a ex-jogadora iniciou como assistente técnica da equipe feminina nacional e depois assumiu o Soyaux por três anos, ficando no cargo até 2014, quando foi contratada pelo Clermont.
Na ocasião, Corinne falou sobre uma possível pressão que poderia sofrer em comandar um clube de futebol masculino "Não tenho medo, treinar uma equipe levando em conta somente o sexo, masculino ou feminino, é absurdo. Treinamos porque amamos o futebol. Não tenho nenhuma responsabilidade particular. Sou uma a mais. Sei por que estou aqui e o que tenho que fazer. Pressão eu terei, obviamente, mas a ideia é transmitir o mínimo de orientações possíveis para que meus jogadores se sintam à vontade em campo".
