Campeã Olímpica pelo Brasil, Mari espera atuar pela seleção alemã de vôleibol
Por Edimário Duplat
Com dois anos sem atuar pela seleção brasileira de vôlei feminina, a ponteira Mari tenta retornar aos campeonatos internacionais da modalidade por outra bandeira. Entretanto, mesmo com passaporte germânico, a campeã olímpica de 2008 emperra em entraves burocráticos da própria entidade para concretizar as negociações.
“O técnico da Alemanha, Giovvani Guidetti, é bem amigo meu. Ele falou que ele queria muito me convocar. Mas não deu certo por alguns detalhes burocráticos. Há mais de dois anos a Alemanha está tentando me levar para jogar. Mas lá tem uma dificuldade muito grande de verba e de estrutura no vôlei alemão. Falta estrutura lá. Eles jogam praticamente por amor à pátria. E o meu amor à pátria não é alemão. Da minha parte ainda não tem essa vontade de jogar pela Alemanha, mas se um dia isso despertar em mim, eu vou sem problemas” afirmou a jogadora ao site Globoesporte.com.
Entretanto, apesar dos problemas, Mari confessa que o treinador da seleção alemã ainda espera ter a jogadora para a disputa do Mundial, que ocorre entre setembro e outubro na Itália. “Pelo período, eu já poderia jogar até o Mundial e o Europeu, mas teria que ficar muito tempo lá na Alemanha. Eu teria que ficar muito no centro de treinamento. Teria que ser criada uma estrutura toda para eu viver e treinar, e isso ficaria muito caro para eles: carro, estrutura e uma grana por mês. Na Alemanha, o vôlei é o oitavo ou décimo esporte. O investimento ainda é pequeno por lá” reiterou.
Cortada da seleção brasileira na preleção para as Olimpíadas de Londres 2012, Mari criticou abertamente o treinador José Roberto Guimarães e não foi mais convicada para a equipe nacional.
“O técnico da Alemanha, Giovvani Guidetti, é bem amigo meu. Ele falou que ele queria muito me convocar. Mas não deu certo por alguns detalhes burocráticos. Há mais de dois anos a Alemanha está tentando me levar para jogar. Mas lá tem uma dificuldade muito grande de verba e de estrutura no vôlei alemão. Falta estrutura lá. Eles jogam praticamente por amor à pátria. E o meu amor à pátria não é alemão. Da minha parte ainda não tem essa vontade de jogar pela Alemanha, mas se um dia isso despertar em mim, eu vou sem problemas” afirmou a jogadora ao site Globoesporte.com.
Entretanto, apesar dos problemas, Mari confessa que o treinador da seleção alemã ainda espera ter a jogadora para a disputa do Mundial, que ocorre entre setembro e outubro na Itália. “Pelo período, eu já poderia jogar até o Mundial e o Europeu, mas teria que ficar muito tempo lá na Alemanha. Eu teria que ficar muito no centro de treinamento. Teria que ser criada uma estrutura toda para eu viver e treinar, e isso ficaria muito caro para eles: carro, estrutura e uma grana por mês. Na Alemanha, o vôlei é o oitavo ou décimo esporte. O investimento ainda é pequeno por lá” reiterou.
Cortada da seleção brasileira na preleção para as Olimpíadas de Londres 2012, Mari criticou abertamente o treinador José Roberto Guimarães e não foi mais convicada para a equipe nacional.
