Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote

Notícia

Lacen fala sobre superação da Argélia: 'Trabalho não acabou'

Foto: Getty Images
O meia Medhi Lacen, da Argélia, se mostrou orgulhoso após a eliminação da equipe da Copa do Mundo de 2014. Apesar da derrota para a Alemanha na prorrogação, o time fez história ao se classificar pela primeira vez às oitavas de final do Mundial. Ao site da Fifa, o jogador falou sobre as comparações com a geração de 1982-1986, com os maiores ídolos da Argélia no futebol.
 
"É difícil nos darmos conta do que realizamos hoje e durante essa Copa do Mundo. O que fizemos apaga um pouco, entre aspas, o que fez a geração de 1982-1986. Conseguimos superá-la. É duro de acreditar", afirmou o jogador. Para ele, a pressão de tentar alcançar o mesmo feito da equipe de 32 anos atrás - que só não se classificou às oitavas do Mundial por conta de um jogo suspeito entre Alemanha e Áustria -, não era um peso sobre os jogadores.
 
"Desde que estou na seleção, sempre me falam daquela geração. Não era bem uma pressão, mas sempre foi um ponto de comparação. A cada partida, antes de cada torneio, voltam a falar daquela equipe e das suas façanhas, de Madjer, de Belloumi, de Noureddine Kourichi, que aliás estão aqui conosco. Não encaramos isso como um peso, mas é bem verdade que voltava o tempo todo", disse. Apesar das dificuldades, Lacen garantiu que sempre acreditou no bom desempenho da equipe.
 
"Eu sempre acreditei que chegaríamos lá. Quando a Argélia foi eliminada da Copa Africana de Nações em 2013 na fase de grupos, eu já havia dito que estava chegando uma grande geração, na qual há diversos bons e jovens jogadores. Eles chegaram à maturidade no lugar certo e na hora certa. Acho que o futuro da seleção está em boas mãos", comemora. O jogador garante que a classificação foi mérito dos jogadores.
 
"Agora precisamos saber que seremos mais aguardados pelas outras equipes e não ter medo de assumir esse status e esse potencial. Tivemos gerações de bons jogadores com frequência, mas não necessariamente eles sabiam jogar juntos. A chegada do Vahid Halilhodzic mudou isso. Houve bastante melhora desde que pus os pés na seleção, mas o trabalho não acabou", concluiu o jogador dos Fennecs.

Compartilhar