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Caso Jobson é repassado à Fifa e advogado pede punição ao Al-Ittihad

Foto: Reprodução / Twitter
O caso do atacante Jobson no Al-Ittihad, da Arábia Saudita, foi repassado à Fifa e à Confederação Asiática de Futebol (AFC) pelo representante do atleta, o advogado Marcos Motta. Por meio de carta, Motta pediu a investigação do caso e a exclusão do clube da Liga dos Campeões da Ásia.
 
O problema começou quando Jobson não aceitou uma proposta de renovação e rompeu contrato com o clube árabe. De acordo com o Al-Ittihad, o jogador se recusou a fazer um exame antidoping e foi suspenso por quatro anos. Jobson, por sua vez, se queixa de salários atrasados e do corte da hospedagem pela equipe.
 
"O Jobson está sozinho. Mas já falamos para ele não assinar nada. Na Arábia Saudita, o empregador é responsável pelo empregado então fica com seu passaporte. Além disso, o jogador precisa de um visto do clube dizendo que não deve nada para poder deixar o país", disse Motta ao UOL. Além de Jobson, os meias Renato Cajá e Diego Souza e os atacantes  Lima e Obina viveram situações semelhantes.
 
"Estamos com posição bastante enérgica neste caso porque já tivemos problemas com esse clube antes. Não pagam salários, cortam acomodação, deixam o jogador sem dinheiro e prendem o passaporte. Depois, chamam o jogador para uma reunião, e com o passaporte em cima da mesa, pedem para que assine um acordo para abrir mão de todos os seus direitos, como os atrasados. Se assinar, eles liberam", explicou o advogado.

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