Diretor de segurança da Fifa, sobre protestos: 'Não nos sentimos alvo'
Apesar das manifestações que foram destaque na Copa das Confederações, em junho de 2013, os diretores da Fifa parecem não ter futuros protestos na Copa do Mundo. Isto porque a entidade não se considera alvo dos atos. Quem garante isso é o chefe de segurança, Ralf Mutschke, que concedeu coletiva nesta quinta-feira (20), em Florianópolis, onde ocorre o Workshop com as seleções e o esquema de segurança para o Mundial foi apresentado.
“Não estamos vindo com menos pessoas. Estamos aumentando o número. Não estamos escondendo. Além disso, não nos sentimos alvo dos manifestantes. Toda a situação começou com o aumento da tarifa de ônibus. Tudo era alvo e os manifestantes tomaram proveito, já que todo mundo estava com os olhos no Brasil. Exploraram os temas de corrupção. Não nos sentimos como alvo, nem esconderemos nosso símbolo”, declarou.
O chefe de segurança afirmou que desde a chegada ao Brasil, as seleções terão um funcionário apontado pelo governo federal para fazer a ligação dos assuntos relacionados à segurança entre seleções, Fifa, COL e poder público. Os nomeados foram apresentados também nesta quinta.
“São profissionais com 30 anos de atividade pública: PMs, agentes do Exército e delegados da Polícia Federal. Eles atendem um requisito de saber trabalhar com hierarquia e disciplina. Os 32 contratados foram apresentados. A partir de agora, começam o trabalho de ligação entre o chefe da delegação, COL e autoridades. Ele tem que trazer todas as necessidades em relação à segurança”, explicou Hilário Medeiros, gerente geral de segurança do COL.
“Não estamos vindo com menos pessoas. Estamos aumentando o número. Não estamos escondendo. Além disso, não nos sentimos alvo dos manifestantes. Toda a situação começou com o aumento da tarifa de ônibus. Tudo era alvo e os manifestantes tomaram proveito, já que todo mundo estava com os olhos no Brasil. Exploraram os temas de corrupção. Não nos sentimos como alvo, nem esconderemos nosso símbolo”, declarou.
O chefe de segurança afirmou que desde a chegada ao Brasil, as seleções terão um funcionário apontado pelo governo federal para fazer a ligação dos assuntos relacionados à segurança entre seleções, Fifa, COL e poder público. Os nomeados foram apresentados também nesta quinta.
“São profissionais com 30 anos de atividade pública: PMs, agentes do Exército e delegados da Polícia Federal. Eles atendem um requisito de saber trabalhar com hierarquia e disciplina. Os 32 contratados foram apresentados. A partir de agora, começam o trabalho de ligação entre o chefe da delegação, COL e autoridades. Ele tem que trazer todas as necessidades em relação à segurança”, explicou Hilário Medeiros, gerente geral de segurança do COL.
