Sem entrar em detalhes sobre a Lusa, Marin diz que CBF lutará por Série A com 20 clubes
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, rompeu o silêncio sobre a tentativa de acordo da entidade com a Portuguesa. O dirigente, porém, foi muito evasivo e não entrou em detalhes como foi a reunião com o presidente Ilídio Lico e a sugestão de trocar a antecipação de R$ 4 milhões pela desistência da briga judicial para ficar na Série A.
"O presidente eleito da Portuguesa procurou a CBF para empréstimo, por causa de dificuldades financeiras do clube. Eu disse, como digo a todos, que enviasse um ofício à CBF e para que ele fosse enviado aos departamentos financeiro e jurídico. Essa foi minha participação, como faria com qualquer clube. Recebo e encaminho ao departamento. Posso dizer que essa carta, se chegou à CBF, não chegou às minhas mãos. Só posso falar isso", afirmou Marin.
O presidente da CBF ressaltou que a entidade não tem interesse em aumentar o número de participantes no Brasileiro por causa do imbróglio jurídico. "Eu não posso raciocinar sobre hipóteses. Minha posição como torcedor é uma, como presidente da CBF é outra. Sou advogado e aprendi: decisão judicial não se discute, se cumpre. Como tem muita pendência ainda, não quero me manifestar. Estou aguardando o pronunciamento final da Justiça. Não quero antecipar. A CBF vai fazer esforço para manter a situação atual, 20 equipes", sacramentou.
