Pronto para parar, Webber diz ainda 'ter adrenalina' para correr fora da F-1
Por Portal Terra
Felipe Massa estará no centro das atenções do Grande Prêmio do Brasil deste final de semana, etapa que marca sua despedida da Ferrari após oito anos como titular da equipe italiana. No entanto, Massa não será o único protagonista do Autódromo do Interlagos: no domingo (24), o australiano Mark Webber, 37 anos, se aposenta da Fórmula 1 após 11 temporadas na categoria máxima do automobilismo mundial.
Com dois terceiros lugares no Mundial de Pilotos (2010 e 2011), Webber deixa a categoria ofuscado pelo companheiro de equipe – Sebastian Vettel, que “tirou” o esperado título do australiano em 2010 e somou quatro campeonatos seguidos. Piloto da Porsche no Mundial de Endurance a partir de 2014, o australiano reconhece: deve se sentir “um pouco diferente” antes da largada para a corrida deste domingo.
“Acho que será um pouco diferente no domingo, mas ainda parece uma corrida neste momento. De várias maneiras, estou ansioso pelo domingo – além de me esforçar para obter um bom resultado, estou pronto para parar, para o longo fim de ano que terei e para os desafios que se aproximam”, disse Webber em entrevista coletiva, dizendo-se “relaxado” para a corrida.
Com nove vitórias e 41 pódios na carreira, Webber faz um balanço a respeito dos números de seus anos na Fórmula 1. No entanto, ao ser questionado sobre o que sentirá falta na categoria, Webber destacou os lugares e os circuitos pelos quais já passou, além de citar nomes com as quais já trabalhou em times como Minardi, Jaguar, Williams e Red Bull.
“Há certas situações na Fórmula 1 que são recompensadoras. Obviamente, pilotar o carro no limite em certas pistas é muito satisfatório, sem dúvidas. Você tem Suzuka, Spa, Monte Carlo... Chega o dia de treinos e a corrida, e estes circuitos são muito desafiadores e recompensadores. Então, acho que vou sentir falta disso”, disse Webber, que foi além e deixou claro: prefere deixar a Fórmula 1 antes de se tornar um piloto decadente.
“Acho que ainda posso pilotar bem, mas não quero estar por aí sem pilotar bem. É inevitável que você vá sentir falta de certas coisas, como a adrenalina e o trabalho com pessoas como Adrian Newey. Coisas assim não acontecem com frequência, é claro. Isso será algo de que sentirei um pouco de falta. Mas chega a hora que você precisa ir. E eu ainda tenho adrenalina para o próximo ano, para a Porsche. Será bom”, completou.
Com dois terceiros lugares no Mundial de Pilotos (2010 e 2011), Webber deixa a categoria ofuscado pelo companheiro de equipe – Sebastian Vettel, que “tirou” o esperado título do australiano em 2010 e somou quatro campeonatos seguidos. Piloto da Porsche no Mundial de Endurance a partir de 2014, o australiano reconhece: deve se sentir “um pouco diferente” antes da largada para a corrida deste domingo.
“Acho que será um pouco diferente no domingo, mas ainda parece uma corrida neste momento. De várias maneiras, estou ansioso pelo domingo – além de me esforçar para obter um bom resultado, estou pronto para parar, para o longo fim de ano que terei e para os desafios que se aproximam”, disse Webber em entrevista coletiva, dizendo-se “relaxado” para a corrida.
Com nove vitórias e 41 pódios na carreira, Webber faz um balanço a respeito dos números de seus anos na Fórmula 1. No entanto, ao ser questionado sobre o que sentirá falta na categoria, Webber destacou os lugares e os circuitos pelos quais já passou, além de citar nomes com as quais já trabalhou em times como Minardi, Jaguar, Williams e Red Bull.
“Há certas situações na Fórmula 1 que são recompensadoras. Obviamente, pilotar o carro no limite em certas pistas é muito satisfatório, sem dúvidas. Você tem Suzuka, Spa, Monte Carlo... Chega o dia de treinos e a corrida, e estes circuitos são muito desafiadores e recompensadores. Então, acho que vou sentir falta disso”, disse Webber, que foi além e deixou claro: prefere deixar a Fórmula 1 antes de se tornar um piloto decadente.
“Acho que ainda posso pilotar bem, mas não quero estar por aí sem pilotar bem. É inevitável que você vá sentir falta de certas coisas, como a adrenalina e o trabalho com pessoas como Adrian Newey. Coisas assim não acontecem com frequência, é claro. Isso será algo de que sentirei um pouco de falta. Mas chega a hora que você precisa ir. E eu ainda tenho adrenalina para o próximo ano, para a Porsche. Será bom”, completou.
