Kleina fala em tom de despedida e já cogita não ser procurado por presidente palmeirense
O título da Série B está a um ponto de ser conquistado, mas a diretoria do Palmeiras ainda não cumpriu a promessa de conversar com Gilson Kleina sobre a renovação de seu contrato, que vence em 31 de dezembro. Já falando em tom de despedida após a vitória por 3 a 0 sobre o Joinville, neste sábado (9), o técnico levantou a possibilidade de nem ser procurado pelo presidente Paulo Nobre.
“Não cabe a mim responder (se haverá conversa). O que eu sei é que o contrato acaba em dezembro e peço para que todos sejam profissionais até o fim. Se tem um rótulo meu aqui no Palmeiras, é o profissionalismo. Se conversarem ou não, tenho que acatar qualquer decisão. Até porque, não tendo renovação, acaba o vínculo, é natural”, disse.
Paulo Nobre informou, logo após a confirmação do acesso à primeira divisão, em 26 de outubro, que chamaria Gilson Kleina para uma reunião na mesma semana. Segundo o mandatário, sua intenção era saber o que o técnico pensava sobre o próximo ano, incluindo sua pedida salarial. Enquanto isso, o treinador afirma que não ouvirá outras propostas enquanto não tiver sua situação no Palmeiras definida.
“Até o fim do meu contrato, vamos manter esse trabalho especial para o Valdivia. Tem gasto, tem exame, tem profissional em cima, tem que corrigir o alinhamento das fibras, para ele ter condição de fazer 90 minutos. Enquanto estivermos aqui, vai ser da nossa maneira. A próxima comissão vai fazer da maneira que achar melhor, e segue o baile", acrescentou.
