Muricy minimiza sufoco em Medellín: 'Esperava sofrer mais'
O Atlético Nacional de Medellín tomou a iniciativa do jogo do início ao fim nesta quarta-feira (6) e tentou de todas as formas, sem sucesso, vazar a defesa do São Paulo. Porém, apesar de ter se levantado para cobrar o apito final nos últimos minutos do empate por 0 a 0 na Colômbia, o técnico Muricy Ramalho diz não ter sofrido tanto em Medellín.
"Pressão grande foi no Chile, não aqui. A pressão aqui foi de muito barulho da torcida. Porque, pelo chão, eles não penetravam. Na bola alçada, nosso time é bom. Sinceramente, pensava que a gente ia sofrer mais", disse o treinador, que foi além. "Se a gente tivesse mais velocidade na frente ou um pouquinho mais de cabeça no último passe, tinha até chance de ganhar."
De fato, apesar do sufoco imposto pelo time colombiano, Rogério Ceni não precisou fazer nenhuma grande defesa como as feitas na partida de volta das oitavas de final, contra a Universidad Católica, no Chile e no primeiro jogo contra o time colombiano. Desta vez, o goleiro são-paulino trabalhou menos do que zagueiros e demais colegas.
O São Paulo agora aguarda o próximo adversário, que teoricamente sairia do vencedor de Libertad (Paraguai) x Itagui (Colômbia), porém poderá ser a Ponte Preta caso ela passe pelo Vélez Sarsfield (Argentina) - o regulamento força o não enfrentamento de equipes do mesmo país na decisão.
