Rugby Sevens: Torneio acaba sem um jogo previsto, mas jogador do Galícia acha que dificilmente Social Clube não venceria
Por Lucas Franco
Incluído no programa olímpico de 2016, o rugby sevens foi jogado na tarde deste sábado (29) no Estádio Parque Santiago, em Brotas. A modalidade conta com sete jogadores em campo de cada lado e dois tempos de sete minutos, ao contrário do rugby XV, com quinze atletas titulares em cada equipe e dois tempos de quarenta minutos. Quatro times masculinos e dois femininos se enfrentaram pelo Desafio Baiano de Rugby Sevens, mas o torneio extrapolou o tempo previsto para término e teve de ser encerrado sem uma partida prevista, já que o campo havia sido alugado para às 16h por um grupo que costuma jogar futebol todos os sábados no local. O confronto entre as duas equipes masculinas de Salvador, o Galícia Rugby Clube e o Social Rugby Clube, não aconteceu e definiria o campeão da competição, que funcionou como um quadrangular de pontos corridos em que a vitória valia quatro pontos e o empate dois, mas o jogador do Galícia Rafael Tchola, que no rugby XV atua de half scrum e que no sevens atuou como centro e abertura, acredita que o favoritismo do Social Clube seria confirmado.
- No rugby não tem tanto essa de zebra como no futebol, o favorito geralmente vence, e eles são um time de rugby sevens, enquanto nosso time é mais de rugby XV e estava desfalcado. Poderíamos bater de frente, mas seria muito difícil – conta Rafael.
Além das duas equipes da capital baiana, o Carcará Rugby de Pojuca e o Sergipe Rugby Club também participaram do torneio. A maioria dos jogadores da equipe de Aracaju conheceu o rugby esse ano e jogaram os primeiros jogos de suas vidas no dia 19 de setembro, na capital sergipana, contra o Cães de Areia de Maceió. As derrotas por 22 a 0 no rugby XV e 24 a 5 no rugby sevens foram preparativos para o Desafio Baiano.
- A gente não tem experiência e malícia ainda – conta Jerônimo, que comemorou com seus companheiros uma vitória sobre o Galícia para, em seguida, descobrir que o penal try vale sete pontos somado à conversão, que é o chute para fazer a bola passar por entre os postes, e não dois, o que levou à vitória da equipe da colônia espanhola por 17 a 14. O penal try acontece quando um jogador recebe falta ao estar próximo de realizar um try, objetivo que vale cinco pontos em que o jogador deve levar a bola até a zona do ingoal, no fundo do campo de defesa do adversário.
Ainda sem tanto material humano, o Sergipe Rugby Club ainda não realiza treino de rugby XV porque não há trinta jogadores para um duelo de quinze contra quinze, mas o técnico da equipe, Takayuki, acredita que o torneio de sevens valia mais que um título.
- É bom para identificar nosso nível ideal e para fazer amizades. Aqui tem muitos bons jogadores – opina.
No jogo de estreia do masculino, o Social Clube venceu o Sergipe por 46 a 0, com trys de Lucas (o primeiro e o quinto), Edvan, Bitcho (o terceiro e o sexto), Tchelo, Diego e Johnson Junior, com conversões de Edvan no segundo e sexto trys. Na segunda partida, o Carcará Rugby, de Pojuca, e o Galícia empataram por 5 a 5, com trys de Yuri para o time da colônia espanhola e Rafael para a equipe do interior. A única vitória do Galícia foi contra o Sergipe, por 17 a 14, com penal try e try de Jonca do Galícia, o primeiro com conversão do próprio Jonca, try de Jerônimo, do Sergipe, que contou com conversão de Álvaro, seguido de try de Rafael Tchola para o Galícia sem conversão e try de Victor do Sergipe, com nova conversão de Álvaro.
O Carcará deu adeus ao título ao perder para o Social Clube por 45 a 0, com trys de Tchelo, Diego, Edvan, Igor Matheus, Johnson Junior, Bitcho e Felipe Baiano, com cinco conversões. A única vitória da equipe de Pojuca foi um 12 a 0 sobre o Sergipe, com trys de Felipe Baiano e Marcelo das Virgens, jogadores do Social Clube que reforçaram o time de Pojuca, que só tinha três nativos de Pojuca em campo. Marcelo das Virgens converteu o primeiro try.
- No rugby não tem tanto essa de zebra como no futebol, o favorito geralmente vence, e eles são um time de rugby sevens, enquanto nosso time é mais de rugby XV e estava desfalcado. Poderíamos bater de frente, mas seria muito difícil – conta Rafael.
Além das duas equipes da capital baiana, o Carcará Rugby de Pojuca e o Sergipe Rugby Club também participaram do torneio. A maioria dos jogadores da equipe de Aracaju conheceu o rugby esse ano e jogaram os primeiros jogos de suas vidas no dia 19 de setembro, na capital sergipana, contra o Cães de Areia de Maceió. As derrotas por 22 a 0 no rugby XV e 24 a 5 no rugby sevens foram preparativos para o Desafio Baiano.
- A gente não tem experiência e malícia ainda – conta Jerônimo, que comemorou com seus companheiros uma vitória sobre o Galícia para, em seguida, descobrir que o penal try vale sete pontos somado à conversão, que é o chute para fazer a bola passar por entre os postes, e não dois, o que levou à vitória da equipe da colônia espanhola por 17 a 14. O penal try acontece quando um jogador recebe falta ao estar próximo de realizar um try, objetivo que vale cinco pontos em que o jogador deve levar a bola até a zona do ingoal, no fundo do campo de defesa do adversário.
Ainda sem tanto material humano, o Sergipe Rugby Club ainda não realiza treino de rugby XV porque não há trinta jogadores para um duelo de quinze contra quinze, mas o técnico da equipe, Takayuki, acredita que o torneio de sevens valia mais que um título.
- É bom para identificar nosso nível ideal e para fazer amizades. Aqui tem muitos bons jogadores – opina.
No jogo de estreia do masculino, o Social Clube venceu o Sergipe por 46 a 0, com trys de Lucas (o primeiro e o quinto), Edvan, Bitcho (o terceiro e o sexto), Tchelo, Diego e Johnson Junior, com conversões de Edvan no segundo e sexto trys. Na segunda partida, o Carcará Rugby, de Pojuca, e o Galícia empataram por 5 a 5, com trys de Yuri para o time da colônia espanhola e Rafael para a equipe do interior. A única vitória do Galícia foi contra o Sergipe, por 17 a 14, com penal try e try de Jonca do Galícia, o primeiro com conversão do próprio Jonca, try de Jerônimo, do Sergipe, que contou com conversão de Álvaro, seguido de try de Rafael Tchola para o Galícia sem conversão e try de Victor do Sergipe, com nova conversão de Álvaro.
O Carcará deu adeus ao título ao perder para o Social Clube por 45 a 0, com trys de Tchelo, Diego, Edvan, Igor Matheus, Johnson Junior, Bitcho e Felipe Baiano, com cinco conversões. A única vitória da equipe de Pojuca foi um 12 a 0 sobre o Sergipe, com trys de Felipe Baiano e Marcelo das Virgens, jogadores do Social Clube que reforçaram o time de Pojuca, que só tinha três nativos de Pojuca em campo. Marcelo das Virgens converteu o primeiro try.
