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Notícia

Brasil quer ficar entre os dez primeiros no quadro de medalhas na Olimpíada do Rio

Para o ministro Aldo Rebelo, as 17 medalhas conquistadas superaram a expectativa
O desempenho do Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres foi bastante criticado pelos torcedores e imprensa. Para melhorar a situação brasileira na maior competição esportiva do mundo, o Ministério do Esporte vai anunciar nos próximos dias uma série de medidas financeiras. O objetivo do governo é ver o Brasil entre os dez primeiros no quatro de medalhas na Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016. 
 
Se for levado em conta os Jogos de Londres, os atletas brasileiros precisarão pular de três para sete ouros, número conquistado pela Austrália, 10ª colocada na Olimpíada de 2012. Para isso, o governo irá criar o programa Bolsa Ouro, que também está sendo chamado de Bolsa Medalha e Bolsa Pódio, além de um plano de investimentos. 
 
Os atletas brasileiros Os atletas brasileiros que estiverem entre os 20 melhores nos rankings de suas modalidades poderão se candidatar a bolsas mensais entre R$ 5 mil e R$ 15 mil. Estas verbas irão diretamente para os atletas, sem passar por federações ou pelo Comitê Organizador Brasileiro (COB). De acordo com o ministro Aldo Rebelo, o edital de convocações está em fase final de redação.

Antes da Olimpíada, o COB planejou 15 medalhas para a delegação brasileira. Já o Ministério do Esporte projetou 20 pódios. O Brasil terminou com 17 medalhas, sendo o maior número numa edição dos Jogos Olímpicos.
 
- Estamos na média. Pela projeção do COB, as 17 medalhas foram acima da expectativa. No nosso prognóstico (do governo), chegamos perto. Acho que a nossa tarefa agora é, principalmente, olhar para o futuro e reconhecer os esforços. Depois, vamos analisar nossas deficiências e também a dos agentes que participaram desse esforço - disse Rebelo.

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