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Notícia

"Quem sou para pressionar a titularidade?", questiona Rivaldo

Por Felipe Santana

Eliminação nas semifinais do Campeonato Paulista e o status de reserva deixaram o ex-presidente do Mogi Mirim e hoje jogador do São Paulo visivelmente abatido.  Uma condição pouco vivida pelo jogador, mas que atualmente exige paciência e muito trabalho do experiente meia-atacante de 39 anos.
 

Rivaldo, durante o anúncio de seu patrocinador pessoal de chuteiras, na manha desta segunda-feira (2°), concedeu entrevista coletiva e desabafou. Para ele, assistir à derrota do banco de reservas é mais difícil do que quando se estar no gramado.
 

“Eu sofri muito no banco, ali a gente sofre demais, porque quando você está fora, não tem como ajudar o time. Naquele momento você quer estar em campo para colaborar com seus companheiros. Mas vida que segue, eu vou continuar trabalhando, porque fui contratado para isso e vou seguir meu trabalho”, afirmou.


Com contratado assinado até o final da temporada, Rivaldo garante que dará prioridade ao tricolor paulista para uma possível renovação e prometeu muito trabalho para sair da condição de reserva do time.


 “Eu vou continuar trabalhando. Quem sou eu para fazer qualquer tipo de pressão para jogar? Nunca precisei disso. Vou trabalhar da mesma forma, mas confesso que é difícil, pelo sofrimento e por ser mais complicado entrar 10, 15 ou 20 minutos. As chances estão aparecendo, mas certas vezes você não pode fazer muitas coisas. O (jogador) reserva entra no jogo em um ritmo diferente dos outros. Pode até acontecer de ir bem, fazer uma jogada, um gol, mas a possibilidade é mínima”, concluiu.
 

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