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“Temos que focar no que está na frente”, avisa Benazzi

Por Éder Ferrari

Depois de toda confusão levantada pela tentativa do Bahia de contratar Joel Santana, a entrevista coletiva do treinador Vágner Benazzi após o jogo contra o Paysandu ficou concorrida e esperada. Sereno, o técnico preferiu colocar um ponto final no assunto e focar apenas no trabalho. “Eu não quero entrar em detalhes. Temos que focar no que está na frente e deixar o presidente decidir. É isso que eu tenho na cabeça e o que passei para os jogadores. O torcedor tem de saber que a gente está montando uma equipe nova no Bahia. Eu não treinei o Flamengo ainda, mas treinei muitos times que é mais difícil que o Flamengo”, valorizou.

 

Sobre o sufoco tomado na partida contra o Papão, Benazzi colocou a culpa na dificuldade da competição. “Copa do Brasil é complicada. Estava olhando os resultados e o Atlético foi eliminado; o Vasco ganhou no último minuto. Então, é assim mesmo, com muita dificuldade, sufoco, mas o importante é que conseguimos lá dois gols e garantimos o resultado, apesar da pressão nos 10 minutos finais”, comemorou.

 

Questionado sobre o apoio dos jogadores na hora do primeiro gol – todos correram para abraçar o comandante – o treinador exaltou o atacante Souza. “Ele veio me dar aquele abraço, por que ele disse que ia me dar em dobro àquilo que eu pedi a ele. É um goleador, um jogador família, que vai ser muito importante para nós. O Rafael tem muita sorte de ter o Souza aqui, para ele aprender e ele faz isso”, elogiou. No entanto, Vágner comemorou mesmo o apoio da torcida. “Se a gente jogar junto com o torcedor, a equipe vai melhorar: tenho certeza!”, afirmou. Para finalizar, Benazzi informou que, para sair do Bahia, só sendo demitido. "Nunca pedi para sair de clube nenhum, não seria no Bahia que eu faria isso. Eu só saiu se o presidente quiser!", avisou

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