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Entrevistas

Entrevista

Ricardo Zonta

Por Glauber Guerra

Foto: Max Haack/ Ag. Haack / Bahia Notícias

 
O entrevistado da Coluna Esportes desta semana é o piloto da Stock Car Ricardo Zonta, que defende a escuderia Crystal Racing Team. Em conversa com o repórter Glauber Glauber, o campeão da F-3000 e do Mundial Fia GT falou sobre sua passagem pela Fórmula 1, da entrada de clubes de futebol no automobilismo e também do circuito de rua de Salvador. Confira!

Bahia Notícias - Como foi o início da sua carreira? Você teve uma influência muito grande por parte de sua família?
Ricardo Zonta - Meu pai sempre foi um apaixonado por carros e isso acabou me estimulando a ir para as pistas. Foi quando comecei a andar de kart e peguei gosto pela coisa. O resto é história!

BN - Em 1997 você foi campeão pela F-3000. A principal crítica à categoria era que ela não preparava bem os pilotos para a F-1. Você concorda?
RZ -
A partir do momento em que a Fórmula 1 é um carro totalmente diferente de qualquer outro, tanto em tecnologia e desenvolvimento, quanto em liberdade de ajustes, ao contrário das outras categorias de monopostos, onde existe uma limitação nos acertos, é óbvio que a F-3000 seria diferente. No automobilismo, apenas outros dois equipamentos se assemelham a um F-1: o kart e a F-3. Por isso, essas duas modalidades são essenciais para a formação de um piloto.
 

BN - Como foi a sua chegada na F-1?
RZ -
Com muito trabalho. Já havia feito alguns testes em 1996 e 1997, e era piloto de testes da McLaren em 1998. Foi quando surgiu o convite da BAR, que era um projeto novo e interessante.

BN - Qual foi a sua melhor lembrança nesta categoria?
RZ -
Correr na Fórmula 1 é a realização de um sonho. Não fui campeão, mas consegui algo que poucos pilotos conquistaram, que era alinhar no grid da categoria e ser um dos melhores do mundo.

BN - Em 1998 você conquistou o Mundial de Fia GT. Como foi essa experiência?
RZ -
Foi uma grande experiência, pois a equipe tinha apoio de fábrica da Mercedes e equipamentos de primeiro mundo. Foi uma preparação fantástica para a F-1 e me ajudou muito em minha carreira no Turismo.

BN - A opção pela Stock Car começou como?
RZ - A vontade de voltar ao Brasil e ficar próximo à minha família falou mais alto e, como a Stock Car se tornou na década de 2000 uma opção concreta para pilotos profissionais, decidi disputar o campeonato.
 

BN - Qual a sua opinião sobre o circuito de rua de Salvador? Existe algum ponto que precisa ser melhorado?
RZ -
Todo circuito de rua sempre tem algum ponto que pode ser melhorado. A pista de Salvador melhorou muito de 2009 para cá e o único problema é o espaço, apertado!

BN - Ano passado, você defendeu as cores do Corinthians. A entrada de clubes de futebol contribui para a popularização da Stock?
RZ -
Corrida é corrida, futebol é futebol. Claro, a associação é sempre interessante, mas uma coisa é diferente da outra.

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