Matar ou morrer
Não adianta o Bahia ficar conjecturando se o Atlético/GO vai receber rios de dinheiro, se o Sport está certo ou não em sair distribuindo somas elevadas aos que o podem ajudar nesta última rodada do campeonato, no caso o rubro-negro goiano e a Ponte Preta, que vai enfrentar a Portuguesa.
O Bahia tem que matar o jogo e todas as suas possibilidades, sendo que o empate é uma arma importantíssima para o Tricolor. O que não pode é entrar na defesa, tendo o empate como única solução para o seu problema.
O time de Jorginho tem que entrar mordendo, com vontade de bola, buscando um resultado positivo. O empate, que será bom para permanecer entre os da elite, pode até acontecer, mas como conseqüência e não uma finalidade tática.
O Bahia leva problema para campo, que é a ausência de Souza que, embora não tenha feito gols nos últimos jogos, é sempre uma referência no ataque e causa inquietude em qualquer defesa. Mas esse desfalque não é justificativa para entregar o jogo, pois em várias outras oportunidades já atuou com a ausência de muito mais jogadores importantes e nem por isso deixou de ser valente, brigador e até vencedor com méritos.
Queremos um futebol forte em 2013, com Bahia e Vitória na primeira divisão. O Vitória já matou o pessimismo de muita gente e agora, neste domingo, no Serra Dourada, chegou a vez do Bahia.
Porque rivalidade em campo é até essencial, mas fora dele, na hora de se medir os prós e contras do futebol de uma grande cidade ou de um Estado como a Bahia, é coisa de fanáticos e idiotas.
