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Coluna

Lomba na história

Por Edson Almeida

O Bahia ganhou do Ceará, por 2x1, conquistou a última vaga da Sul-Americana, empurrou o “Vovô” para a Série B, Corinthians e Vasco empataram seus jogos e o Timão acabou merecidamente campeão, mas o nosso grande destaque foi o goleiro Marcelo Lomba, seguramente o dono da bola, praticando pelo menos quatro defesas espetaculares e garantindo o resultado.
 
O Ceará fez um ótimo jogo, o Bahia foi contra-ataque, até com uma grande inteligência para chegar ao segundo gol, mas, depois, recuou, ficou desligado, deu uma “brochada” incrível perante um estádio lotado, com mais de 32 mil torcedores.  Lomba, nesta partida de despedida do Brasileiro e da temporada, mostrou que foi muito injustiçado ao perder o título de melhor goleiro para Jefferson, Fernando Prass e Júlio César.

Marcelo Lomba coloca o seu nome na história do Bahia, porque não foi o melhor apenas no jogo deste domingo, mas, sobretudo, ao longo do campeonato, representando cerca de 70% dos méritos de o seu time não cair e arrancar uma vaga à Sul-Americana.Suas defesas  foram sempre muito importantes, porque aconteceram nos momentos mais difíceis da equipe, salvando resultados, dando confiança ao grupo, resgatando a cada rodada o prestígio perdido há vários anos.

Aliás, vale com Loba o ditado de que um grande time sempre começa por um grande goleiro – e, também, este é o seu caso, trata-se de um profissional muito consciente, de conduta elogiável e de ótimo trato com os companheiros, com a imprensa e com os torcedores.
 
Por isso, a sua permanência no futebol baiano é uma conquista que deve ser comemorada. 

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