Insistência na covardia
Não tem para onde correr: o Vitória, com Benazzi no comando, vai ficar mesmo na segunda divisão. Isso é um fato e voltou a se comprovar nesta tarde de sábado, no frustrante empate contra o Bragantino, sem seis titulares. O cara insiste no erro, é lento ao extremo para mudar a equipe, e, quando modifica, faz errado. Além disso, paga pela língua, por falar demais e fazer muito pouco.
O time rubro-negro passou um primeiro tempo inteiro se defendendo e parecia que estava enfrentando o Barcelona de Messi. Só pode ser brincadeira mesmo de Benazzi. Esse rapaz não tem coerência nenhuma e o mínimo de indigência para comandar uma equipe de futebol. Tanto que nunca teve uma grande oportunidade e sempre é visto treinando clubes da segunda divisão, porque é a cara dele.
O técnico do Bragantino, Marcelo Veiga, deu uma aula nele no Nabi Abi Chedid. E olhem que Marcelo não é lá essas coisas. Ele viu que dava para ganhar dentro de casa e partiu para cima. Trocou zagueiro e volante e colocou uma equipe ofensiva. Já Benazzi, ficou olhando e esperando – como sempre – as coisas acontecerem. Esperou demais e tomou dois gols bobos, que poderiam e deveriam ser evitados.
Com Mineiro, Felipe e Maia no banco, Benazzi achou melhor colocar Charles Vagner. Mais uma “pérola” dele. Sem contar com a irritante admiração por Preto, que nunca deu um chute na bola em nenhum lugar. Lento e burocrático, não acrescenta em nada.
Agora é ter paciência com Benazzi mesmo, porque a diretoria demonstrou durante a semana que não o demitirá. Mais um erro...
