DEIXANDO A DESEJAR
Neste domingo vi a exibição do Vitória contra o Bahia de Feira, melhor time da competição no momento, e não gostei nem um pouco. O rubro-negro baiano, que dava pinta de estar organizado no início da temporada, mesmo após o rebaixamento, me pareceu perdido em campo, com jogadores nervosos que erraram passes de poucos metros, principalmente no primeiro tempo.
Lopes perdeu o comando. Não estou dizendo disciplinar, mas tático. A equipe está desestruturada e o delegado tem insistido em jogadores que não estão rendendo nem um pouco, como é o caso do meia Elkeson. Não dá mais para Elkeson ser titular do Vitória, mesmo jogando o Baiano e a Série B, dois campeonatos de baixíssima qualidade técnica. No duelo com o time feirense, confirmamos isso, tanto é que ele foi substituído no intervalo.
Outra escolha de discordo de Lopes é Geovanni no meio de campo. Ele não é camisa 10 e, sim, 11. Tem que jogar na frente com um centroavante, não tem conversa. O cara é habilidoso, chuta bem e tem físico para isso. Acredito que ele formaria uma boa dupla com Neto, já que Rildo, apesar de útil, deve ser colocado no segundo tempo pelo seu preparo.
Estou ansioso para as estreias de Nikão e Nanía. Esses são dois atletas que me impressionaram muito nos treinamentos. O primeiro sabe conduzir a bola com perfeição e chuta de fora da área muito bem. Já o gringo tem uma qualidade de passe impressionante, além de ser objetivo.
Arbitragem - Para não deixar de ser justo, tenho críticas ao árbitro do confronto no Barradão. Dos três pênaltis, o primeiro foi mal marcado. O zagueiro puxou Nino, isso é fato, mas o jogador rubro-negro levou a bola com o braço na jogada. O segundo e o terceiro foram bem marcados.
