FOLIA E FUTEBOL
O reinício do futebol, nesta quarta para uns e amanhã para outros, vai mostrar quem realmente tinha preparo físico para enfrentar o batente de tanta folia e ter fôlego para jogar sem grandes problemas. Foi jogador de tudo que é parte do país, pulando em cima e embaixo de trios elétricos, nas escolas de samba, nos blocos da grande festa – tudo muito justo e glamoroso, mas agora chegou a hora da verdade.
A nossa 11ª rodada serve para decidir certas situações: o Bahia tem que ganhar do Feirense, lá no Jóia, para não depender do último jogo nem da ajuda de outros times; o Vitória, já classificado, precisa apenas ganhar do Juazeiro, no Barradão, para confirmar o primeiro lugar de sua chave e entrar no turno decisivo com vantagens, o que, aliás, tem sido uma arma muito importante nos anos se seu tetracampeonato. Bahia de Feira, Atlético, Fluminense, Feirense, Vitória da Conquista, Serrano, Camaçari e Colo Colo lutam pelas seis outras vagas. Ipitanga e Juazeiro já estão eliminados.
Como o assunto ainda é Carnaval, entendo que a minha sempre idolatrada Ivete bombou, Daniela, Claudinha Leite, Margareth, Bel Marques e Durval Lelis foram outros que mais brilharam nos circuitos soteropolitanos – e no Rio, a minha Beija-Flor, homenageando o Rei Roberto Carlos, deve ganhar mais um título com os pés nas costas.
Até o final de semana, os comentários sobre a folia e o futebol vão caminhar juntos nas ruas, nas casas e até nos estádios de futebol.
