Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote

Coluna

EXEMPLO FRANCO-ITALIANO

O exemplo do fracasso da França e da Itália na Copa do Mundo, que já voltaram pra casa com uma mão na frente e outra atrás, tal e vergonha que andaram aprontando, serve também para tudo que é estágio do futebol – e no nosso caso então há como se fazer análises bem pertinentes.

 

Italianos e franceses, apesar de campeões e vices mundiais, ultimamente não têm valorizado a prata da casa, vão buscar jogadores pelo mundo afora e, na hora de convocarem os seus times para o Mundial ou chamam reservas ou então gente que não representa o que há de melhor dos seus fortíssimos campeonatos.

 

Vamos centralizar isso na campeã Itália, cujo time envelheceu e seu campeonato é recheado de craques de outros países. Lembram-se da Internazionale de Milão? Foi tetracampeã italiana, campeã da Europa, tudo jogador estrangeiro, apenas um italiano no banco de reserva. A França, a Inglaterra, a Alemanha e a Espanha praticam políticas bem semelhantes, com alguns deles, como são os casos da Espanha e da Alemanha ainda resistindo a essa situação caótica.

 

Eu até acho que no dia q ue eles acordarem para esta realidade – procurando fortalecer a essência de seu futebol, com jogadores nativos e revelados por seus clubes -, vamos, nós tupiniquins da América, da África e da Ásia, ter grandes prejuizos, porque não haverá mais o rico mercado para nossos empresários e craques.

 

Mas o problema está ficando cada vez mais claro e uma atitude vai ter que ser tomada por eles, cedo ou tarde. E ntre nós baianos fica o recado de que é preciso investir nos valopres novos, contratando apenas poucos jogadores de talento reconhecido para fortalecer nossos meninos. Divisão de base será aúnica saída, mesmo aqui nas competições brasileiras.

 

Do jeito ainda se faz por aqui teremos que nos contentar com campanhas domésticas, classificações pálidas e divisões inferiores.

Compartilhar