RIVALIDADE ACESA
Edson Almeida
A quinta rodada serviu para aumentar a rivalidade do Ba-Vi, com o Bahia ganhando do Fluminense, em Feira, assumindo a vice-liderança e ficando nos calcanhares do Vitória que, conforme toda e qualquer previsão sensata, entrava no campeonato como maior favorito, tanto que mantém um aproveitamento de 100%, após seu novo triunfo, agora sobre o Feirense (2-1).
Para não dizer que não teve nada de novo, só mesmo a primeira vitória do Colo Colo (1-0), jogando dentro de casa contra o fraco Camaçari, depois de ter acumulado quatro derrotas seguidas. Estava sendo inexplicável que o campeão de 2006, sob a expectativa de ser uma possível terceira ou quarta força, continuar como caixa de pancadas. No mais, resultados normais: Itabuna 3-2 Ipitanga, Vitória da Conquista 2-0 Atlético e Poções 1-0 Madre de Deus.
Na verdade, a derrota do Madre de Deus, que só havia jogado em casa (duas vitórias e um empate), mostra tratar-se de um time doméstico, pois foi um teste sem grandes rigores na estréia fora de seus domínios, lá em Jequié, em terreno neutro, e perdeu. Tem um jogo atrasado, adiado porque Pituaçu ainda não podia ser utilizado, e dificilmente vai tirar esta impressão, por se tratar de um adversário do quilate do Bahia, favorito em qualquer lugar contra o caçula do campeonato, que não decepciona, mas que não chega a ser empolgante.
No jogo de Feira (Flu 0-1 Bahia), o tricolor da capital não jogou bem, nem foi aquele time de toque fácil dos dois últimos jogos, mas teve muita competência. Quando entrou em sintonia com o jogo, após suportar certa pressão, fez um gol com o zagueiro Nen, que atuou no lance como verdadeiro atacante, e, depois, administrou bem a partida. Levou e deu sufoco, criou e evitou chances, acho até que, em uma delas, a bola foi tirada de dentro do gol por um dos zagueiros de Feira. Lance rápido, difícil, que só mesmo que tinha os recursos eletrônicos da TV pode constatar com precisão.
No Manoel Barradas, a única surpresa foi que o Feirense, que chegou como candidato a uma nova goleada, acabou encarando o líder e fazendo um bom jogo de muitas oportunidades perdidas, de lado a lado. E pelo que a telinha mostrou e disseram os companheiros que lá estiveram, era jogo para 8-4, 7-3, 5-2. Mas o bicampeão só venceu por 2-1.
A classificação vai ganhando a forma esperada (Vitória 15, Bahia 10, Fluminense e Poções 9, Vitória da Conquista e Itabuna 7, Feirense e Atlético 6, Camaçari, Colo Colo e Ipitanga 3), mas é preciso lembrar que, se o Bahia já tivesse cumprido o seu jogo contra o Madre de Deus, seguramente seu único tropeço seria aquele empate da estréia, contra o Itabuna, que lhe tirou dois preciosos pontos. Mas a briga está declarada e, mais do que nunca, os clássicos serão determinantes para a decisão do campeonato.
Porque a rivalidade está estampada na cara de cada um dos torcedores rubro-negros e tricolores. Uns dizem que o tricampeonato é favas contadas, outros afirmam que neste ano as coisas vão ser diferentes. Os jogos deste meio de semana envolvendo os dois da ponta (Bahia - Atlético e Fluminense - Vitória) podem dar mais condimento às disputas.
E quem ganha mesmo é o campeonato que, pelo menos, já não tem um favorito tão claro como nestas últimas temporadas.
A quinta rodada serviu para aumentar a rivalidade do Ba-Vi, com o Bahia ganhando do Fluminense, em Feira, assumindo a vice-liderança e ficando nos calcanhares do Vitória que, conforme toda e qualquer previsão sensata, entrava no campeonato como maior favorito, tanto que mantém um aproveitamento de 100%, após seu novo triunfo, agora sobre o Feirense (2-1).
Para não dizer que não teve nada de novo, só mesmo a primeira vitória do Colo Colo (1-0), jogando dentro de casa contra o fraco Camaçari, depois de ter acumulado quatro derrotas seguidas. Estava sendo inexplicável que o campeão de 2006, sob a expectativa de ser uma possível terceira ou quarta força, continuar como caixa de pancadas. No mais, resultados normais: Itabuna 3-2 Ipitanga, Vitória da Conquista 2-0 Atlético e Poções 1-0 Madre de Deus.
Na verdade, a derrota do Madre de Deus, que só havia jogado em casa (duas vitórias e um empate), mostra tratar-se de um time doméstico, pois foi um teste sem grandes rigores na estréia fora de seus domínios, lá em Jequié, em terreno neutro, e perdeu. Tem um jogo atrasado, adiado porque Pituaçu ainda não podia ser utilizado, e dificilmente vai tirar esta impressão, por se tratar de um adversário do quilate do Bahia, favorito em qualquer lugar contra o caçula do campeonato, que não decepciona, mas que não chega a ser empolgante.
No jogo de Feira (Flu 0-1 Bahia), o tricolor da capital não jogou bem, nem foi aquele time de toque fácil dos dois últimos jogos, mas teve muita competência. Quando entrou em sintonia com o jogo, após suportar certa pressão, fez um gol com o zagueiro Nen, que atuou no lance como verdadeiro atacante, e, depois, administrou bem a partida. Levou e deu sufoco, criou e evitou chances, acho até que, em uma delas, a bola foi tirada de dentro do gol por um dos zagueiros de Feira. Lance rápido, difícil, que só mesmo que tinha os recursos eletrônicos da TV pode constatar com precisão.
No Manoel Barradas, a única surpresa foi que o Feirense, que chegou como candidato a uma nova goleada, acabou encarando o líder e fazendo um bom jogo de muitas oportunidades perdidas, de lado a lado. E pelo que a telinha mostrou e disseram os companheiros que lá estiveram, era jogo para 8-4, 7-3, 5-2. Mas o bicampeão só venceu por 2-1.
A classificação vai ganhando a forma esperada (Vitória 15, Bahia 10, Fluminense e Poções 9, Vitória da Conquista e Itabuna 7, Feirense e Atlético 6, Camaçari, Colo Colo e Ipitanga 3), mas é preciso lembrar que, se o Bahia já tivesse cumprido o seu jogo contra o Madre de Deus, seguramente seu único tropeço seria aquele empate da estréia, contra o Itabuna, que lhe tirou dois preciosos pontos. Mas a briga está declarada e, mais do que nunca, os clássicos serão determinantes para a decisão do campeonato.
Porque a rivalidade está estampada na cara de cada um dos torcedores rubro-negros e tricolores. Uns dizem que o tricampeonato é favas contadas, outros afirmam que neste ano as coisas vão ser diferentes. Os jogos deste meio de semana envolvendo os dois da ponta (Bahia - Atlético e Fluminense - Vitória) podem dar mais condimento às disputas.
E quem ganha mesmo é o campeonato que, pelo menos, já não tem um favorito tão claro como nestas últimas temporadas.
