FESTA E LIDERANÇA
Edson Almeida
A terceira rodada foi realmente de intensa movimentação, com acontecimentos marcantes, começando pela grande festa de reinauguração do Estádio Roberto Santos. Tanto pela Tv quanto pelo relato de companheiros que lá estiveram às reformas deram ao velho Pituaçu não apenas uma cara nova, mas uma estrutura que o coloca entre os melhores do país. Tudo lá parece perfeito, até mesmo um placar eletrônico moderníssimo com telão que reproduz os principais lances e outros mecanismos de primeira geração.
A torcida do Bahia foi lá, deu colorido ao evento, com vibração e muita ordem – e o tricolor fez o seu papel, ganhando com relativa facilidade, por 4-0, do Ipitanga, que desta vez não conseguiu aprontar mais uma surpresa. O governador Jacques Wagner está de parabéns, pelo esforço desprendido, apesar do retardo das obras, pois foram vencidas umas três datas programadas para a entrega da nova praça esportiva, que vai sediar os jogos do Bahia, mas que pertence a todos os clubes, por se tratar de um patrimônio público, que agora, conforme decidiram os doutores da Lei, já não corre mais o risco de ser embargado.
Só uma coisa me deixou intrigado, que foi a euforia exagerada de Wagner, que se esqueceu de seu cargo de governador, gritando e pulando com os demais torcedores, a cada gol, a cada jogada, o tempo todo. Eu até concordo que, em sendo um torcedor do Bahia, ao final do jogo falasse do seu contentamento, mas não da forma incontida como foi. Mas, de modo prático, o Bahia deste jogo já começou a mostrar que realmente tem condições de brigar pelo título. Muito bons o goleiro Marcelo e o meia Hélton Luiz, agradando em cheio aos torcedores mais exigentes.
Os outros destaques da rodada foram o Vitória e o Madre de Deus, que conquistaram todos os pontos que disputaram. O Vitória, que já fez três jogos, chegou ao nono ponto, sete gols marcados, saldo de seis, o Madre de Deus ganhou os dois jogos que realizou e está com seis pontos ganhos.
Estive no jogo Conquista 1-2 Vitória. O árbitro Aristeu Ramos deixou de marcar um pênalti muito claro que o Apodi sofreu e foi na conversa do bandeira que anulou um gol legítimo dos conquistenses. Mas o rubro-negro merceu ganhar, só teve problemas até levar o primeiro gol, logo no início do jogo, comandando depois todas as ações, chegando mesmo a encurralar o time do Sudoeste, com o goleiro Gessé sendo uma grande figura, só perdendo mesmo para Apodi, que parece ter voltado com muito mais força, consciência e talento.
O time comandado por Mancini, que já ganhou duas pedreiras fora de casa (Colo Colo e Vitória da Conquista), causa-me a impressão de ser bem mais estruturado do que no início do campeonato de 2008, só que, agora, tem no seu maior rival, o Bahia, um candidato realmente bem mais qualificado – e por isso mesmo o título vai ser muito disputado.
Decepção mesmo foi o Fluminense de Feira, do qual se esperava outro triunfo, por jogar em casa contra como grande favorito contra o Camaçari. Levou de 2-0 e comprometeu em muito a imagem de uma equipe que já estava sendo considerada como candidata real à classificação entre os finalistas.
Portanto, os destaques maiores ficaram com o reencontro vitorioso do Bahia com a sua torcida na capital e a boa virada rubro-negra que deixou o Vitória líder isolado da competição.
Mas em um campeonato de 22 rodadas para se saber os quatro que vão decidir muita coisa ainda pode acontecer e todos continuam na parada.
A terceira rodada foi realmente de intensa movimentação, com acontecimentos marcantes, começando pela grande festa de reinauguração do Estádio Roberto Santos. Tanto pela Tv quanto pelo relato de companheiros que lá estiveram às reformas deram ao velho Pituaçu não apenas uma cara nova, mas uma estrutura que o coloca entre os melhores do país. Tudo lá parece perfeito, até mesmo um placar eletrônico moderníssimo com telão que reproduz os principais lances e outros mecanismos de primeira geração.
A torcida do Bahia foi lá, deu colorido ao evento, com vibração e muita ordem – e o tricolor fez o seu papel, ganhando com relativa facilidade, por 4-0, do Ipitanga, que desta vez não conseguiu aprontar mais uma surpresa. O governador Jacques Wagner está de parabéns, pelo esforço desprendido, apesar do retardo das obras, pois foram vencidas umas três datas programadas para a entrega da nova praça esportiva, que vai sediar os jogos do Bahia, mas que pertence a todos os clubes, por se tratar de um patrimônio público, que agora, conforme decidiram os doutores da Lei, já não corre mais o risco de ser embargado.
Só uma coisa me deixou intrigado, que foi a euforia exagerada de Wagner, que se esqueceu de seu cargo de governador, gritando e pulando com os demais torcedores, a cada gol, a cada jogada, o tempo todo. Eu até concordo que, em sendo um torcedor do Bahia, ao final do jogo falasse do seu contentamento, mas não da forma incontida como foi. Mas, de modo prático, o Bahia deste jogo já começou a mostrar que realmente tem condições de brigar pelo título. Muito bons o goleiro Marcelo e o meia Hélton Luiz, agradando em cheio aos torcedores mais exigentes.
Os outros destaques da rodada foram o Vitória e o Madre de Deus, que conquistaram todos os pontos que disputaram. O Vitória, que já fez três jogos, chegou ao nono ponto, sete gols marcados, saldo de seis, o Madre de Deus ganhou os dois jogos que realizou e está com seis pontos ganhos.
Estive no jogo Conquista 1-2 Vitória. O árbitro Aristeu Ramos deixou de marcar um pênalti muito claro que o Apodi sofreu e foi na conversa do bandeira que anulou um gol legítimo dos conquistenses. Mas o rubro-negro merceu ganhar, só teve problemas até levar o primeiro gol, logo no início do jogo, comandando depois todas as ações, chegando mesmo a encurralar o time do Sudoeste, com o goleiro Gessé sendo uma grande figura, só perdendo mesmo para Apodi, que parece ter voltado com muito mais força, consciência e talento.
O time comandado por Mancini, que já ganhou duas pedreiras fora de casa (Colo Colo e Vitória da Conquista), causa-me a impressão de ser bem mais estruturado do que no início do campeonato de 2008, só que, agora, tem no seu maior rival, o Bahia, um candidato realmente bem mais qualificado – e por isso mesmo o título vai ser muito disputado.
Decepção mesmo foi o Fluminense de Feira, do qual se esperava outro triunfo, por jogar em casa contra como grande favorito contra o Camaçari. Levou de 2-0 e comprometeu em muito a imagem de uma equipe que já estava sendo considerada como candidata real à classificação entre os finalistas.
Portanto, os destaques maiores ficaram com o reencontro vitorioso do Bahia com a sua torcida na capital e a boa virada rubro-negra que deixou o Vitória líder isolado da competição.
Mas em um campeonato de 22 rodadas para se saber os quatro que vão decidir muita coisa ainda pode acontecer e todos continuam na parada.
