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Coluna

Não era o dia

Por Glauber Guerra

O Juazeiro lutou, colocou bola na trave e pressionou em boa parte do segundo tempo contra o Vitória, mas não conseguiu evitar o revés. No mundo mágico do futebol, às vezes acontece isso. Não era o dia do Juazeiro vencer. O árbitro podia até dar mais 20 minutos de acréscimo, que o gol não iria acontecer. Mas deixando “os deuses” do futebol de lado,  o Tricolor das Carrancas me surpreendeu. Mesmo com a saída do atacante Ciel e de outros jogadores importantes, a equipe não se abateu e e merecia até um empate. A expectativa é que com a chegada dos recém-contratados, o time melhore ainda mais e brigue por essa vaga na semifinal. 
 
Rival do Tricolor das Carrancas, o  Juazeirense também  perdeu o seu jogo por 2 a 0 para o Bahia, mas fez uma partida razoável. Na minha opinião, o técnico Barbosinha demorou um pouco para mudar o time. Poderia ter antecipado a entrada de Cicinho, que trouxe velocidade no setor ofensivo da equipe e deu trabalho para Tite e Demerson. 
 
No entanto, a situação do Cancão de Fogo ainda é boa. Permanece na vice-liderança e vai encarar o Botafogo no Adauto Moraes. Como todos sabem, nesse campeonato de tiro curto, é proibido vacilar dentro dos seus domínios.

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