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Joel reconhece falhas do time e se defende: "Não sou aventureiro"

Por Felipe Santana

Foto: Jayme Brandão / Bahia
Nas últimas duas partidas, contra Internacional e Palmeiras, o ataque do Bahia passou em branco, despercebido. A defesa, por sua vez, levou três gols. A forma como o time sofreu os gols motivou algumas queixas do treinador Joel Santana.Segundo o técnico, os três tentos sofridos nas últimas duas partidas já era algo previsto pela comissão técnica. “Eu conheço o Marcos Assunção e sabia que o escanteio da esquerda para direita ele bateria fechado. Eu conversei com eles isso na preleção. Foram sete jogadores nossos e não houve sequer uma dividida. O gol do Inter já estava escrito. Eu avisei para pegar o cara. Metade dos gols de Leandro Damião saem do pés de Kleber, e mesmo assim deixaram o cara livre”, bradou.

Muito criticado pelas escolhas da última partida, quando o tricolor deixou a desejar em quase todos os setores, Joel voltou a se defender das críticas e diz acreditar na permanência na elite até mesmo sem pontuar nas duas rodadas decisivas, contra Santos e Ceará.

“Não sou aventureiro. Tenho uma história no futebol, uma vida toda que andei até chegar aqui. Não é porque não deu certo no jogo passado que vamos destruir tudo. Os adversários querem isso mesmo, que nosso time perca o foco. Nós, agora, vamos jogar seis pontos. Ganhando todos estaremos na Sulamericana, três ficaremos longe da zona, e mesmo sem ganhar nada poderemos sair dessa situação. O momento é de calma e equilíbrio”, pediu.

Joel Santana, para partida deste domingo (27), contra o Santos, contará com o retorno dos laterais Ávine e Marcos, além do volante Fabinho.
 

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