Ex-Cruzeiro, Fabinho destaca pontos fortes da raposa
De volta após cumprir suspensão automática contra o Botafogo, neste sábado (8), o volante Fabinho acredita que o Bahia precisará ter muita tranquilidade para vencer o Cruzeiro, seu ex-clube, na noite desta quarta-feira (12), em Pituaçu.
Para o camisa 55, o elenco tricolor não pode se preocupar em apenas marcar o argentino Montillo. "Nós temos que procurar nos aproveitar sem se descuidar. O Cruzeiro tem jogadores de seleção, carimbados e que vamos precisar vigiar o tempo todo. Eles deram muito ao trabalho mas nós temos plenas condições de vencer. O Montillo, que é meu amigo pessoal, é um jogador com a confiança acima da média, que vai dar muito trabalho. Mas, o Cruzeiro também tem o Keirrison, o Wellington Paulista", comentou.
Em 2003, quando rebaixado para segunda divisão do Campeonato Brasileiro, o Bahia foi goleado pelo Cruzeiro por 7 a 0, na Fonte Nova. Se haveria um gosto especial vencer o time mineiro e praticamente o afastar o perigo do rebaixamento, Fabinho nega.
"O sentimento não é de vingança. O sentimento de todos os jogadores é de vencer, conseguir os nossos objetivos. Creio que vencer de 2, 3, 6 ou 7 não fará diferença. O torcedor ficará realmente feliz com o triunfo independente do placar", disse.
Para o camisa 55, o elenco tricolor não pode se preocupar em apenas marcar o argentino Montillo. "Nós temos que procurar nos aproveitar sem se descuidar. O Cruzeiro tem jogadores de seleção, carimbados e que vamos precisar vigiar o tempo todo. Eles deram muito ao trabalho mas nós temos plenas condições de vencer. O Montillo, que é meu amigo pessoal, é um jogador com a confiança acima da média, que vai dar muito trabalho. Mas, o Cruzeiro também tem o Keirrison, o Wellington Paulista", comentou.
Em 2003, quando rebaixado para segunda divisão do Campeonato Brasileiro, o Bahia foi goleado pelo Cruzeiro por 7 a 0, na Fonte Nova. Se haveria um gosto especial vencer o time mineiro e praticamente o afastar o perigo do rebaixamento, Fabinho nega.
"O sentimento não é de vingança. O sentimento de todos os jogadores é de vencer, conseguir os nossos objetivos. Creio que vencer de 2, 3, 6 ou 7 não fará diferença. O torcedor ficará realmente feliz com o triunfo independente do placar", disse.
