Joel elogia Antônio Lopes e explica mistério sobre a escalação
Cada vez mais a vontade durante as entrevistas coletivas que são concedidas semanalmente no Fazendão, o treinador Joel Santana, de uma forma muito bem humorada, explicou o verdadeiro motivo para esconder a escalação do time até momentos antes da partida contra o Atlético Paranaense, nesta quarta-feira (21), às 20h30, em Pituaçu.
"Não vou dizer nada por que o time dele está na terra desde ontem. Qualquer coisa que a gente fale a mais será uma grande arma para eles amanhã. Conheço o Antônio Lopes há muito tempo e sei que é um treinador de larga experiência", contou.
E para não ser surpreendido dentro de casa, onde Joel acredita que o Bahia perdeu pontos demais na competição, o treinador quer o time equilibrado da mesma forma que iniciou o jogo contra o Fluminense, no último domingo (19).
"Esses jogos, às vezes, o Bahia escorrega e o que a gente não quer é escorregar. Aqui, jogando em casa, a gente não pode jogar se expondo o tempo todo como estava sendo nos jogos anteriores. Futebol é muito competitivo e você tem que se cuidar lá atrás", afirmou com direito a três batidas na madeira como uma forma de espantar a primeira fase dita na resposta.
Além do chamado duelo de seis pontos, Joel enxerga a partida contra o time paranaense como uma forma de criar a famosa "gordurinha" para queimar nas últimas rodadas da competição ou quando necessário. "Ganhamos domingo e só subimos uma posição. Só ultrapassamos o Atlético-MG e os outros continuam na frente. Essa rodada será muito perigosa para todos os times e quem vencer coloca uma gordurinha para gastar na reta final do campeonato, faltando duas ou três rodadas", ressaltou.
"Não vou dizer nada por que o time dele está na terra desde ontem. Qualquer coisa que a gente fale a mais será uma grande arma para eles amanhã. Conheço o Antônio Lopes há muito tempo e sei que é um treinador de larga experiência", contou.
E para não ser surpreendido dentro de casa, onde Joel acredita que o Bahia perdeu pontos demais na competição, o treinador quer o time equilibrado da mesma forma que iniciou o jogo contra o Fluminense, no último domingo (19).
"Esses jogos, às vezes, o Bahia escorrega e o que a gente não quer é escorregar. Aqui, jogando em casa, a gente não pode jogar se expondo o tempo todo como estava sendo nos jogos anteriores. Futebol é muito competitivo e você tem que se cuidar lá atrás", afirmou com direito a três batidas na madeira como uma forma de espantar a primeira fase dita na resposta.
Além do chamado duelo de seis pontos, Joel enxerga a partida contra o time paranaense como uma forma de criar a famosa "gordurinha" para queimar nas últimas rodadas da competição ou quando necessário. "Ganhamos domingo e só subimos uma posição. Só ultrapassamos o Atlético-MG e os outros continuam na frente. Essa rodada será muito perigosa para todos os times e quem vencer coloca uma gordurinha para gastar na reta final do campeonato, faltando duas ou três rodadas", ressaltou.
