Joel exalta determinação, mas critica olé no final do jogo
Mesmo com o 3 a 0 estampado no placar de Pituaçu, onde o tricolor venceu o Fluminense, na tarde deste domingo (18), o treinador Joel Santana foi até à beira do gramado nos momentos finais do jogo e reclamou bastante do comportamento dos seus comandados. Para o "papai", o fato de estar ganhando não signica ter o direito de debochar dos adversários.
"Eu não queria olé. Toca a bola, mas toca com agressividade. Eu prefiro tomar de 4 ou 5 do que ouvir olé. Com olé você passa deboche ao seu adversário. Abel Braga é um parceiro, lá existem jogadores que trabalharam comigo, foram campeões em diversos times, então não tem por que fazer olé. Se eu ouvisse olé no Rio de Janeiro também não ia gostar. Faz gol mas não da olé", bradou Joel.
Porém, antes de chegar ao momento do "deboche", o Bahia precisou lutar para chegar aos gols do triunfo, que segundo Joel, foi conquistado graças ao comportamento aguerrido do time e ao apoio que saiu dos quase 16 mil torcedores presentes em Pituaçu.
"O mérito todo está na responsabilidade que os jogadores tomaram do jogo e acima de tudo no comportamento do nosso torcedor que incentivou e cantou o tempo todo. A torcida, hoje, foi mais uma vez fundamental. Em campo, em qualquer disputa de bola, você viu sempre o Bahia com rigor, determinação, vontade, aplicação e cada jogador procurando dar uma contribuição para os companheiros em campo. Eles jogaram o que a torcida gosta de assistir e isso fez a diferença", creditou.
"Eu não queria olé. Toca a bola, mas toca com agressividade. Eu prefiro tomar de 4 ou 5 do que ouvir olé. Com olé você passa deboche ao seu adversário. Abel Braga é um parceiro, lá existem jogadores que trabalharam comigo, foram campeões em diversos times, então não tem por que fazer olé. Se eu ouvisse olé no Rio de Janeiro também não ia gostar. Faz gol mas não da olé", bradou Joel.
Porém, antes de chegar ao momento do "deboche", o Bahia precisou lutar para chegar aos gols do triunfo, que segundo Joel, foi conquistado graças ao comportamento aguerrido do time e ao apoio que saiu dos quase 16 mil torcedores presentes em Pituaçu.
"O mérito todo está na responsabilidade que os jogadores tomaram do jogo e acima de tudo no comportamento do nosso torcedor que incentivou e cantou o tempo todo. A torcida, hoje, foi mais uma vez fundamental. Em campo, em qualquer disputa de bola, você viu sempre o Bahia com rigor, determinação, vontade, aplicação e cada jogador procurando dar uma contribuição para os companheiros em campo. Eles jogaram o que a torcida gosta de assistir e isso fez a diferença", creditou.
