Joel explica escolha por Hélder: 'Ele é um cabeça de área armador que sabe jogar'
Em quatro treinamentos táticos realizados durante a semana, o treinador Joel Santana montou a equipe com três volantes e apenas um homem de armação. Contudo, durante as atividades, o técnico fez algumas mudanças entre os titulares e explicou o motivo para as diversas alterações.
“O que a gente pretende fazer, se for possível, é fazer com que o adversário não saiba tudo daqui. Trabalhei em São Paulo, no Rio, e sei que isso é normal. Jamais vou fazer algum tipo de mistério para prejudicar vocês (imprensa). Vocês têm que vender o mistério e a gente o produto. Por exemplo, se o Carlos Alberto bate uma falta aqui, o Abel lá vai saber como é minutos depois já”, brincou.
Em relação às últimas escalações, Joel fez uma mudança que chamou à atenção. O volante Hélder, que não sabe o que é atuar desde o dia 17 de julho, quando o Bahia perdeu para o Cruzeiro, em Sete Lagoas, reconquistou à vaga de titular no lugar do meia Ricardinho. Sobre a escolha, Joel admite que é para dar uma consistência defensiva ao time.
“Hélder é um cabeça de área armador. Segundo ou até terceiro homem que sabe jogar com a bola no pé. Eu tomei quatro gols em dois jogos. Eu tenho que fazer alguma coisa né? Eu tinha que pelo menos reforçar o meu sistema defensivo. Quero um time forte e seguro defensivamente”, explicou.
Sobre a sua primeira semana “cheia” de treinamento, Joel afirma que encontrou problemas táticos que precisavam ser corrigidas em algumas atividades. Segundo ele, os jogadores estavam acostumados em atuar de outra maneira que não convém com sua forma de trabalhar.
“A equipe tinha um hábito e eu tenho outro. Existe algumas falhas, mas eles durante o treinamento conseguiram perceber algumas delas. Vamos jogar contra o atual campeão brasileiro e não podemos falhar como aconteceu contra o Grêmio e principalmente contra o Atlético Mineiro, onde já sabíamos os erros que não poderiam ser cometidos. Corrigir o posicionamento você só consegue conversando com os jogadores”, concluiu.
“O que a gente pretende fazer, se for possível, é fazer com que o adversário não saiba tudo daqui. Trabalhei em São Paulo, no Rio, e sei que isso é normal. Jamais vou fazer algum tipo de mistério para prejudicar vocês (imprensa). Vocês têm que vender o mistério e a gente o produto. Por exemplo, se o Carlos Alberto bate uma falta aqui, o Abel lá vai saber como é minutos depois já”, brincou.
Em relação às últimas escalações, Joel fez uma mudança que chamou à atenção. O volante Hélder, que não sabe o que é atuar desde o dia 17 de julho, quando o Bahia perdeu para o Cruzeiro, em Sete Lagoas, reconquistou à vaga de titular no lugar do meia Ricardinho. Sobre a escolha, Joel admite que é para dar uma consistência defensiva ao time.
“Hélder é um cabeça de área armador. Segundo ou até terceiro homem que sabe jogar com a bola no pé. Eu tomei quatro gols em dois jogos. Eu tenho que fazer alguma coisa né? Eu tinha que pelo menos reforçar o meu sistema defensivo. Quero um time forte e seguro defensivamente”, explicou.
Sobre a sua primeira semana “cheia” de treinamento, Joel afirma que encontrou problemas táticos que precisavam ser corrigidas em algumas atividades. Segundo ele, os jogadores estavam acostumados em atuar de outra maneira que não convém com sua forma de trabalhar.
“A equipe tinha um hábito e eu tenho outro. Existe algumas falhas, mas eles durante o treinamento conseguiram perceber algumas delas. Vamos jogar contra o atual campeão brasileiro e não podemos falhar como aconteceu contra o Grêmio e principalmente contra o Atlético Mineiro, onde já sabíamos os erros que não poderiam ser cometidos. Corrigir o posicionamento você só consegue conversando com os jogadores”, concluiu.
