'Ainda sinto um desconforto', revela Ávine
O lateral-esquerdo Ávine, até mesmo para os médicos do clube, é um caso diferenciado. Um jogador que apesar das dores ou problemas clínicos não pode receber qualquer prognóstico negativo. Não é à toa que o camisa 6, com dores no músculo adutor da coxa, ficou três dias sem participar de um treinamento e mesmo com apenas uma participação no treino técnico na tarde desta sexta-feira (26) está confirmado para encarar o Ceará, neste domingo (28), às 16h, no Estádio Presidente Vargas.
"Eu fiquei mais na fisioterapia para tratar do meu adutor, que eu ainda estou sentindo um desconforto. Fiz um exame e deu um edema. Por isso eu parei um pouco para fazer um tratamento intensivo para me livrar dessa dor e, hoje, conversando com os médicos, resolveram que era melhor descer para trabalhar com o grupo. Eu vou para viagem e essa dor vai permanecer por um tempo ainda, mas isso é normal"
Mesmo com três dias de treinamento a menos que os demais companheiro, o lateral-esquerdo assegura que não terá problemas com a parte física quando a bola rolar. "Lado físico não influência. Eu já estava jogando todos os jogos com essa dor, mas a gente busca fazer o treino intesivo para não me atrapalhar e também atrapalhar o grupo", declarou.
Para René Simões, o campo do Presidente Vargas não será um problema para o clássico nordestino deste domingo (28). Entretanto, a mesma opinião não é defendido por Ávine, que admite a preferência por gramados de grande extensão. "Eu particularmente prefiro jogar em campo maior. Campo apertado é sempre complicado mesmo. Independente disso nós temos que fazer o nosso trabalho e buscar os três pontos", disse.
