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Notícia

Bahia vence Atlético com polêmica de arbitragem

O Bahia recebeu na noite desta quinta-feira (24), em Pituaçu, o Atlético de Alagoinhas e, como aconteceu contra o Conquista, foi novamente dominado, mas, desta vez, conseguiu vencer por 1x0, gol do garoto Rafael. A partida, como as últimas do tricolor, foi marcada por polêmicas com a arbitragem. A principal dela, foi em lance no segundo tempo, quando Thiego marcou contra, mas Lúcio José Silva Araújo não viu que a bola entrou. Futebol sem graça e controvérsias do apito a parte, o Esquadrão assumiu a liderança do grupo, com quatro pontos. No domingo (27), o time de Vágner Benazzi, que segue invicto em oito jogos, recebe o xará de Feira de Santana.

 

Primeiro Tempo

 

O Bahia até começou desenvolto, animador. Aos 9, Moreno deu passe açucarado para Robert, que conseguiu errar o cruzamento duas vezes, após ratear em chutar direto. Entretanto, foi só impressão. Aos 14, o Carcará criou duas oportunidades. Na primeira, Omar salvou chute de Carlos Alberto, mas, na segunda, o goleiro tricolor saiu mal após cobrança de escanteio e deixou o gol aberto. Sorte que Edi cabeceou para fora. Aos 18, cheio de estilo, Marcos Neves cruzou da direita, a zaga toda falhou e Robert, livre, mandou de cabeça para fora.

 

Por coincidência, aos 27, mesmo número da camisa, o lateral esquerdo Dodô passou a ser vaiado quase de forma unânime, após cruzamento assombroso, sem nenhuma marcação. O lateral cresceu com os apupos e deu o “troco” aos 31. Recebeu de Tressor, deu um drible da vaca no primeiro, deixou o segundo para trás e cruzou rasteiro. Emílio cortou e quase fez contra. Aos 34, Rafael arriscou de longe com perigo; Vinícius bateu roupa, mas Dodô não chegou a tempo.

 

E o garoto, de perseguido, virou a melhor opção ofensiva. Aos 38, Hélder foi egoísta e não passou para o lateral. Contudo, após chute prensado, a bola sobrou para Dodô que, na hora do chute, foi calçado por trás e pediu pênalti. Para revolta tricolor, o árbitro mandou seguir. Aos 43, passou pelo primeiro, driblou o segundo cortando para o meio e, de perna trocada, chutou forte. A bola passou perto.

 

Segundo tempo

 

Impaciente com a lentidão da equipe, Benazzi fez duas modificações: Zezinho e Jones, nos lugares de Tressor Moreno e Robert, respectivamente. As alterações deram certo. Aos 3, Ramon deu assistência precisa para Rafael que, de biquinho, tirou do goleiro e marcou um golaço. Aos 10, Marcos Neves cobrou falta da meia direita, o baixinho Robert ganhou dos grandalhões e, de cabeça, exigiu grande defesa de Omar.

 

No minuto seguinte, Hélder perdeu a bola no meio de campo para Emílio, que arrancou e, mesmo com quatro contra dois, arriscou o chute para fora. A pressão era grande e, aos 12, saiu o lance mais incrível, com outra polêmica da arbitragem. Omar saiu catando mosca e a bola ia entrar. Thiego salvou, mas chutou no travessão e a bola desceu dentro do gol, mas o árbitro mandou seguir. O lance assustou e deixou o time de Vágner Benazzi ainda mais perdido em campo. Aos 25, Marcos Neves pegou a sobra na entrada da área e chutou forte. A bola passou raspando a trave direita.

 

A situação melhorou aos 32. Edi, que já tinha cartão amarelo, chegou atrasado de carrinho em Zezinho e acabou expulso. Aos 42, Gabriel cortou errado, Guga chutou torto, mas a bola sobrou para Marcos Neves, que driblou Gabriel e Omar, mas com o gol aberto, Thiego se recuperou e salvou. Aos 46, Zezinho teve a chance de acabar com qualquer sufoco, mas, cara a cara com Vinícius, chutou em cima do goleiro. Contudo, acabou não precisando. As vaias foram garantidas!

 


Campeonato Baiano - Quartas de final - 2º Rodada
Bahia 1x0 Atlético de Alagoinhas
Estádio - Pituaçu
Cidade - Salvador-BA
Data - 24/03/2011
Hórario - 21 horas
Público - 5.084
Renda - R$ 59.910,00
Árbitro - Lúcio José Silva de Araújo
Auxiliares - Belmiro da Silva e Luiz Carlos Silva Teixeira
Gol - Rafael
Cartões amarelos - Zezinho (Bahia); Edi, Emílio, Paulinho (Atlético)
Cartão vermelho - Edi

 

BAHIA


Omar; Gabriel, Thiego, Titi e Dodô; Marcone, Hélder, Ramon (Camacho) e Tressor Moreno (Zezinho); Robert (Jones) e Rafael
Técnico: Vágner Benazzi

 

ATLÉTICO


Vinícius; Carlos Alberto (Antônio Carlos), Emílio, Edi e Sandro (Guga); Waguinho, Fausto e Rafael; Marcos Neves, Robert (Paulinho) e Maurício Pantera. Técnico: Barbosinha.

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