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Notícia

Paiva lamenta 2º tempo ruim do Bahia contra o Grêmio e pontua: "A briga sempre foi para não cair"

Por Nuno Krause

Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias

O técnico Renato Paiva lamentou, neste sábado (1º), o segundo tempo ruim do Bahia contra o Grêmio. Na Arena Fonte Nova, o Esquadrão foi derrotado por 2 a 1, pela 13ª rodada do Brasileirão, e estacionou nos 12 pontos. 

 

"Na primeira parte fomos bem melhores que o Grêmio. Somamos oportunidades em que devíamos ter feito gols. Não fizemos. Na segunda parte, entramos bem. Kayky tem logo uma oportunidade. Mas a partir daí o Grêmio começou a tomar conta do jogo. Fez substituições, trouxe qualidade, intensidade e força, e foi nos encostando para trás. Algum déficit físico de alguns jogadores importantes da nossa parte. Um jogo dividido em dois. Acabou o Grêmio por aproveitar no fim as oportunidades que teve", avaliou. 

 

O Esquadrão caiu para a 15ª colocação e, a depender da combinação de resultados, pode terminar a 13ª rodada no Z-4. Para isso, basta o Corinthians não perder para o RB Bragantino, o Cuiabá vencer o Santos e o Goiás vencer o Coritiba. Na visão do comandante, a briga do Esquadrão é contra o rebaixamento. 

 

"A briga foi sempre para não cair. Qualquer equipe que suba de divisão, o primeiro objetivo é não voltar a cair. Depois se faz um caminho de qualidade para ficar mais à frente, que é o caso do Grêmio. A primeira prioridade é manutenção. Os números são ruins? São. Muitas derrotas, poucas vitórias. Em relação ao meu trabalho, continuo de forma séria e honesta a trabalhar. Não é uma avaliação que eu tenho que fazer. Me limito a trabalhar com a mesma paixão e dedicação", pontuou. 

 

O Tricolor de Aço agora vira a chave e voltará a campo na próxima quarta-feira (4), para enfrentar o próprio Grêmio, novamente na Arena Fonte Nova, às 21h, pelas quartas de final da Copa do Brasil. O pouco tempo para treinar é um problema, mas o que ajuda, de acordo com Paiva, é que o adversário é o mesmo. 

 

"O 'bom' disso é que o adversário é o mesmo. A única dúvida é se o adversário vai se apresentar com três zagueiros ou dois. O Grêmio é uma equipe que faz muitos gols, tem muita qualidade do meio para frente", destacou. 

 

Diante das lesões de jogadores importantes, o técnico também comentou sobre a profundidade do elenco do Bahia. 

 

"Nunca me queixei por falta de jogadores, porque tenho um elenco de homens para trabalhar. Vou defender o elenco à morte. Estarei sempre na frente dos meus jogadores. Há coisas que defendo muito num clube de futebol: os jogadores e a torcida", concluiu. 

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