Diante da 'pedra no sapato' Ceará, meia do Bahia fala em esquecer histórico recente
O torcedor do Bahia deve ter náuseas ao pensar no Ceará. Em 2020, o Vozão se tornou uma verdadeira pedra no sapato do Tricolor. Foi assim nas finais da Copa do Nordeste e no primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Com Vina e Guto Ferreira pela frente no próximo sábado (5), o meia Daniel quer um time confiante e colocando as derrotas recentes para trás.
"A gente sabe que o Ceará dificulta bastante, ainda não conseguimos vencê-los. Mas a gente está forte jogando na Fonte, estávamos 100% até perder para o São Paulo. Então temos que retomar nossa confiança. Acabamos de conseguir uma classificação importante. Não foi uma partida boa tecnicamente, mas foi uma classificação. Serve para dar confiança, motivar o time. Temos que entrar com confiança e esquecer os outros jogos e gravar as coisas que fizemos de ruim para entrarmos preparados", disse.
Em meio à uma turbulência por conta de um surto de Covid-19 no grupo, o meia lamentou o fato de ter desfalques por conta da doença, mas afirmou que o Tricolor tem um grupo que pode superar as perdas.
"Lógico que a gente nunca gosta de ter desfalques, ainda menos jogadores doentes com Covid, lesão... Mas a gente sabe que tem um grupo forte, nossa diretoria fez boas contratações para isso. Tenho certeza que quem entrar vai manter o time forte", disse.
Questionado sobre não conseguir manter a sua intensidade física por 90 minutos, Daniel discordou e citou o alto número de alterações como justificativa para ser substituído nas partidas.
"Não concordo. Respeito a opinião, mas não concordo que não consigo manter. Por ter cinco substituições, tem rodízio, o treinador procura mudar, ainda mais por quem estar no meio de campo tem um desgaste maior, mas não tem nada de deficiência física", rebateu.
