Acuado, Bahia perde de virada
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Marcelo evitou goleada
Logo no início do segundo tempo, com menos de 2 minutos, Iran cobrou escanteio da esquerda, Leandro, sozinho, desatento, desviou contra o próprio patrimônio. A parcimônia tricolor continuava e a virada não demorou a sair. Aos 11, a zaga parou pedindo impedimento inexistente, Luan cruzou da linha de fundo para Ademir Sopa livre, na pequena área, desempatar a partida. Mesmo com o placar favorável, o Azulão não deixava o Bahia criar asas e continuava com a bola no campo de ataque, na tentativa de ampliar o marcador, mas Marcelo continuou em tarde inspirada, evitando uma goleada. Paulo Roberto ainda poderia ter sido expulso, caso o árbitro tivesse visto a cotovelada dada pelo atacante em Iran. Mas, quem acabou com o cartão vermelho foi Gerson, que fez duas faltas para amarelo. Nos acréscimos, o juiz, que havia sido camarada com Paulo Roberto, acabou anulando gol legal do Bahia. Marcone pegou sobra na entrada da área e chutou de primeira. Lima dominou, girou e empatou, mas o auxiliar levantou a bandeira e prejudicou o tricolor, que sairia com um empate caído do céu. No próximo sábado (23), o tricolor recebe o Ceara, em Pituaçu, em busca da reabilitação.
Sem conseguir se articular no meio de campo, o Bahia vacilou e perdeu de virada para o São Caetano por 2x1, na segunda rodada da Série B. Mesmo com o estádio vazio – a torcida baiana estava em maior número – o time jogou acuado e só nãoo foi goleado pela tarde inspirada do goleiro Marcelo. No primeiro tempo, o tricolor iniciou com o domínio dos espaços, com boas jogadas nos contra ataques e fez valer a superioridade logo aos 9 minutos. Alex Maranhão cobrou falta da entrada da área, pela direita, à meia altura, o goleiro Luis desviou, a bola bateu na trave e foi para nos fundos das redes. A partir daí o time parou. O São Caetano passou a sufocar o Bahia, com as chances de gol aparecendo uma atrás da outra, mas o tricolor contou com tarde mais do que inspirada do goleiro Marcelo, que fez, pelo menos, três defesas do mais alto grau de dificuldade. O arqueiro pegou cabeçada a queima roupa, tentativas de gols olímpicos, chutes de longe, de perto. Porém, o resto do time não conseguia acompanhar o nível de Marcelo e não saia de trás. Na saída para o intervalo, o treinador Alexandre Gallo tinha sua versão para a falta de articulação ofensiva da equipe. “Ele está prendendo nosso time atrás pô, marcando faltas que não existem. Cotovelada na cara dele e ele não marca nada. Não estou entendendo nada!”, chiou, em referência ao árbitro Marcos Mateus Pereira.
