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Notícia

Sem riscos de rebaixamento, agora é conce

Foto: Eduardo Martins

 

A diretoria do Bahia vem se negando a falar sobre a sucessão presidencial argumentando que estava concentrada no desfecho do time na Série B do Campeonato Brasileiro. Pois bem, o triunfo por 2x0 frente ao CRB nesta sexta-feira (14) eliminou, ainda que matematicamente aja uma probabilidade pra lá de remota, já que as equipes que estão atrás do Tricolor têm confrontos diretos, as possibilidades de rebaixamento liberando os mandatários do clube a poder falar abertamente sobre a sucessão. Pelo menos essa é a promessa. Porém, nos bastidores, sabe-se que Petronio Barradas e Ruy Aciolly, que teoricamente estão à frente do clube, não têm poder de escolha sendo apenas peões no tabuleiro comandado pelos ex-presidentes Paulo Maracajá, principalmente, e Marcelo Guimarães. E eles continuam em silêncio absoluto sem sinalizar se aceitam entregar o clube a oposição, que está fechada com Reub Celestino, ou se irão lançar candidato próprio, o que tiraria o presidente da EBAL do páreo, já que o economista não quer bater chapa. Pelas articulações e a demora na definição fica evidente que os cardeais Tricolores não vão deixar o clube pura e simplesmente. A única certeza até aqui é que mesmo em situação de falência, o Esporte Clube Bahia ainda chama atenção de muita gente do alto escalão baiano, incluindo na lista o governador Jaques Wagner e o chefe de gabinete Fernando Schmidt e as próximas duas semanas prometem ser de muita especulação.

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