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Carpegiani comenta aproveitamento no Bahia e mira reta final: 'Vamos precisar de todos'

Por Ulisses Gama

Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias

Após o empate em 1 a 1 com o Fluminense no último domingo (29), o técnico Paulo Cézar Carpegiani completou cinco jogos pelo Bahia. Foram 2 triunfos, 2 empates e 1 derrota, o que significa um aproveitamento de 53,3%. Nesta terça-feira (31), o comandante tricolor fez uma avaliação positiva e quer união para as últimas sete partidas da competição nacional.

 

"São 53%, falando só do aproveitamento nesses cinco jogos, mérito dos jogadores. Isso você jogando três partidas fora, contra duas equipes que estão despontando, querendo ser campeões, duas em casa. Isso mostra o mérito dos jogadores, o crescimento, vamos entrar agora em uma fase aguda, muito mais importante que o presente momento. Vamos precisar de todos, torcida, jogadores, para definir uma situação o mais rápido possível e aspirar uma coisa a mais", declarou.

 

Junto com os pontos, o aproveitamento de alguns jogadores também subiu. Prova disso é a fase do atacante Edigar Junio, que marcou quatro gols nos últimos cinco jogos. Carpegiani fez um breve comentário sobre os retornos positivos sob o seu comando e destacou a necessidade de impor o ritmo de jogo contra a Ponte Preta, no próximo domingo (5).

 

"Eu tenho vários jogadores que deram a coincidência de voltar quando cheguei. O Edigar, o Renê, que estava fora. Allione também. São jogadores que agora estão à minha disposição. Não posso passar ansiedade, estou sereno e tranquilo. Não estou deixando dúvidas com relação ao time, não tenho muitas dúvidas. Vamos trabalhar durante a semana para tentar impor nosso ritmo", indicou.

 

Carpegiani reiterou que o mérito do momento tricolor é dos jogadores e explicou que algumas substituições realizadas nas últimas partidas tem acontecido pelo fator físico. Diante do Fluminense, por exemplo, o zagueiro Lucas Fonseca saiu do jogo por uma lesão na coxa.

 

"Estamos em final e temporada, o jogador entra um treinador novo, o início nem sempre é fácil, inibição, falta de conhecimento dos jogadores. Tem mérito imenso. Eles aceitaram, fizemos o treinamento, tentamos impor, estamos logne do que é o ideal, do que penso. Mérito todo da campanha é deles, essa dedicação, entrega. Estamos em final de temporada, em algumas situações passamos do limite físico, tenho que fazer substituições que o torcedor não entende. Devido ao desgaste. DA minha parte, gosto de tentar impor o ritmo. Peço que se imponha um rimo forte, recuperação de posse de bola. Isso muitas vezes, mudança de ritmo que não eram feitos, exige desgaste maior da parte física. Eles não estão medindo esforços. Natural que no fim dos jogos sintamos um pouco mais", explicou.
 

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