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Os esquecidos do Bahia

Éder Ferrari/BahiaNotícias

Quando foram anunciados pelo Bahia na semana que separou o fim do Campeonato Baiano do início da Série B, os atacantes Juca e Gilberto vindos do Itabuna e do Camaçari, respectivamente, foram tratados com desconfiança e, até mesmo, desdém pela torcida Tricolor. No início, por falta de opções, até que os dois tiveram algumas oportunidades, mas nunca correspondiam. Após a saída de Paulo Comelli e a chegada de Arturzinho, Juca perdeu completamente o espaço na equipe, e até dos coletivos ficava de fora. Já Gilberto teve algumas chances sempre no decorrer das partidas, que foram ficando cada vez mais raras. Bruno Meneghel foi dispensado; Galvão sumiu; Bruno Cazarine e Marcelo Ramos se machucaram e nada dos dois aparecem no time.
À medida que o tempo foi passando, eles também sumiram dos treinamentos, primeiro Juca, e, simplesmente, ninguém percebeu, e nem mesmo a diretoria se deu ao trabalho de divulgar uma nota informando que tinha liberado os jogadores. Os dois profissionais não tem culpa, sempre treinaram com afinco e quando tiveram oportunidade demonstraram muita vontade, porém, no futebol é preciso muito mais que disposição. O problema é que esse final já estava escrito no começa da história. Mais uma mostra de como é feito o planejamento no reino do Fazendão. Cléber Carioca, Luciano Baiano (foto)
, Charles e Bruno Cazarine, que já foram titulares e hoje nem são mais relacionados para os jogos, estão indo pelo mesmo caminho .

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