Marcelo Barros faz levantamento do ano financeiro do Bahia: ‘muito positivo’
Mesmo sem conseguir retornar a elite do futebol nacional, o Esporte Clube Bahia tem muito o que comemorar em relação ao seu ano administrativo-financeiro de 2015. É o que afirma o diretor Marcelo Barros, que fez um levantamento positivo da temporada por conta do superávit nos caixa do Tricolor de Aço.
“Resumo muito positivo no ponto de vista administrativo-financeiro, especialmente porque conseguimos algumas coisas que no início do ano achávamos um pouco difíceis. A principal delas foi equilibrar as contas e iremos terminar o ano com algum saldo em caixa, apesar de termos pago muita coisa do passado com relação a dividas com outras gestões”, afirmou o dirigente em entrevista ao Programa do Esquadrão, onde também falou sobre o pagamento de salário e o adiantamento do 13º de jogadores e funcionários do clube.
Apesar do superávit vivido pela equipe, Barros explicou que isso não significa que o Bahia tem mais dinheiro sobrando em caixa e sim que o clube teve menos despesas em relação as receitas de 2015. “Esse dinheiro que sobrou a mais foi utilizado principalmente para pagar dívidas do passado. Acredito que no pagamento dessas dívidas devemos ter ultrapassado os R$ 10 milhões. Além disso, teremos outras reduções de dívidas como a do Profut, mas só conseguimos chegar a isso enxugando a folha de pagamento do Bahia e ter uma receita maior que as despesas”, concluiu.
O dirigente enalteceu a parceria com o departamento de futebol e de marketing para reduzir gastos, o que ocasionou o final de ano positivo para o ano financeiro do Tricolor.
“Resumo muito positivo no ponto de vista administrativo-financeiro, especialmente porque conseguimos algumas coisas que no início do ano achávamos um pouco difíceis. A principal delas foi equilibrar as contas e iremos terminar o ano com algum saldo em caixa, apesar de termos pago muita coisa do passado com relação a dividas com outras gestões”, afirmou o dirigente em entrevista ao Programa do Esquadrão, onde também falou sobre o pagamento de salário e o adiantamento do 13º de jogadores e funcionários do clube.
Apesar do superávit vivido pela equipe, Barros explicou que isso não significa que o Bahia tem mais dinheiro sobrando em caixa e sim que o clube teve menos despesas em relação as receitas de 2015. “Esse dinheiro que sobrou a mais foi utilizado principalmente para pagar dívidas do passado. Acredito que no pagamento dessas dívidas devemos ter ultrapassado os R$ 10 milhões. Além disso, teremos outras reduções de dívidas como a do Profut, mas só conseguimos chegar a isso enxugando a folha de pagamento do Bahia e ter uma receita maior que as despesas”, concluiu.
O dirigente enalteceu a parceria com o departamento de futebol e de marketing para reduzir gastos, o que ocasionou o final de ano positivo para o ano financeiro do Tricolor.
