Novo zagueiro, Adaílton confessa paixão tricolor e quer brigar por vaga nos titulares
Apresentado nesta quinta-feira (26), o zagueiro Adaílton concedeu entrevista no Fazendão onde confessou brigar por uma vaga no time principal e se diz honrado em defender o Bahia na atual temporada.
“Seria hipocrisia dizer que chego para não lutar para ser titular. Naturalmente isso é parte do processo. Agora também não chego encarando que tenho três concorrentes. Tenho companheiros de equipe e encaro o profissionalismo como algo que tem que ser exercido no treino, fora do treino e durante as partidas. Creio que o importante é chegar, marcar meu espaço, não enfrentando a concorrência, mas colaborando. Vim para somar e, naturalmente, dar o meu melhor. Aquilo que pude aprender nesses anos de carreira, colocarei à disposição do Bahia, que é um clube com uma expressão tamanha. Me sinto honrado de fazer parte deste momento de um clube tão tradicional” afirmou o defensor.
Além de uma oportunidade no Tricolor de Aço, Adaílton não escondeu a felicidade em retornar ao Bahia, clube em que efetuou teste na infância. “É uma honra tremenda eu hoje estar aqui no Bahia. Com 10 anos, fiz um teste no campo 1 do Fazendão, mas não tinha a minha categoria. Meu pai acompanhou o teste e, depois de 20 e poucos anos, meu pai estava acompanhando o meu primeiro treino no mesmo lugar. Posso dizer, com muita sinceridade, é um dos momentos mais felizes da minha carreira. Estar voltando para minha terra natal, para um clube bicampeão brasileiro e multicampeão” celebrou.
Com 31 anos, Adaílton foi lançado nas categorias de base do Vitória, onde se profissionalizou e atuou até a temporada 2004, onde foi transferido para o Rennes. O jogador ainda teve passagens por Santos, Sion e Chiasso, até chegar ao tricolor baiano.
“Seria hipocrisia dizer que chego para não lutar para ser titular. Naturalmente isso é parte do processo. Agora também não chego encarando que tenho três concorrentes. Tenho companheiros de equipe e encaro o profissionalismo como algo que tem que ser exercido no treino, fora do treino e durante as partidas. Creio que o importante é chegar, marcar meu espaço, não enfrentando a concorrência, mas colaborando. Vim para somar e, naturalmente, dar o meu melhor. Aquilo que pude aprender nesses anos de carreira, colocarei à disposição do Bahia, que é um clube com uma expressão tamanha. Me sinto honrado de fazer parte deste momento de um clube tão tradicional” afirmou o defensor.
Além de uma oportunidade no Tricolor de Aço, Adaílton não escondeu a felicidade em retornar ao Bahia, clube em que efetuou teste na infância. “É uma honra tremenda eu hoje estar aqui no Bahia. Com 10 anos, fiz um teste no campo 1 do Fazendão, mas não tinha a minha categoria. Meu pai acompanhou o teste e, depois de 20 e poucos anos, meu pai estava acompanhando o meu primeiro treino no mesmo lugar. Posso dizer, com muita sinceridade, é um dos momentos mais felizes da minha carreira. Estar voltando para minha terra natal, para um clube bicampeão brasileiro e multicampeão” celebrou.
Com 31 anos, Adaílton foi lançado nas categorias de base do Vitória, onde se profissionalizou e atuou até a temporada 2004, onde foi transferido para o Rennes. O jogador ainda teve passagens por Santos, Sion e Chiasso, até chegar ao tricolor baiano.
