Fundação Garcia D’Ávila celebra 45 anos com brinde às raízes e à ancestralidade
A Fundação Garcia D’Ávila celebra seus 45 anos em um encontro com representantes das raízes da organização no dia 1º de novembro, a partir das 15h. No Castelo Garcia D’Ávila, os visitantes poderão se aprofundar nas histórias de grupos que ocuparam o território da edificação e participar de atividades culturais comandadas pela Aldeia Tekoa Tupinambá Kaa, pelo grupo Aganju Afro Cultural e pela professora Maria Gorjão Henriques.
Com o conceito “Diferentes raízes. Muitas histórias. Unidos num só coração”, a programação do dia 1º tem a premissa de resgatar a memória de um local perpassado por diferentes povos, culturas e gerações que habitaram a costa baiana antes da existência do castelo. A Aldeia Tekoa Tupinambá Kaa traz para a discussão a ancestralidade dos povos originários, enquanto o Aganju Afro Cultural representa as raízes e expressões da cultura afro-brasileira.
A programação também conta com a presença de Maria Gorjão Henriques, que aborda a consciência da ancestralidade como ferramenta de crescimento pessoal. Psicóloga, terapeuta e professora de Consciência Sistémica, Maria é fundadora do movimento internacional “Unidos num Só Coração”, que reúne pessoas e povos de diferentes países em torno de uma intenção comum de paz e reconciliação da humanidade.
A celebração reúne ainda atrações musicais como a Sinfônica Garcia D’Ávila e a banda Filhos de Jorge, que fará um show especial para os visitantes. O grupo de percussão local Forte Swing fará parte da recepção do evento, junto com a Capoeira Esporão, em uma apresentação conjunta.
O evento contará também com o lançamento da terceira edição do livro "Casa da Torre", além de feira de artesanato e gastronomia.
Para a presidente do Conselho Curador da Fundação Garcia D’Ávila, Geisy Fiedra, a celebração dos 45 anos representa um momento de reconhecimento, gratidão e renovação do compromisso da instituição com a memória e o patrimônio. “Para mim, celebrar os 45 anos da Fundação Garcia D’Ávila é honrar quem veio antes de nós e reconhecer as diferentes raízes que formam este território: indígenas, africanas e europeias. É um momento de gratidão e de renovação do nosso compromisso com a preservação da memória, da cultura e do patrimônio que vamos deixar para as próximas gerações”, declara a gestora.
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