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Coluna

Giro: Mulheres no Climatério

Por Adriana Barreto e Cris Montenegro

A especialista Anna Paola Noya Gatto fala sobre o tema

Segundo um relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a expectativa de vida em todo o mundo aumentou em cerca de cinco anos nos últimos 15 anos. Com esta novidade, surge também a demanda de uma atenção maior para a menopausa, que pode gerar complicações e afetar a qualidade de vida caso não seja bem cuidada. Esta fase pode ser definida como uma transição para o momento em que a mulher não pode mais se reproduzir. Normalmente, o processo começa por volta dos 35 a 40 anos.


 
A mastologista e CEO da Clínica da Mulher, Dra. Anna Paola Noya Gatto (@dra.annapaolagatto), sinaliza que nas ondas de calor do climatério, é comum as mulheres também terem picos de frio ou começarem a suar, sentindo, ainda, palpitações cardíacas e dores de cabeça. Outra questão associada à menopausa são as mudanças na vida sexual. “Neste período, a vagina começa a lubrificar menos”, explica a Dra. Além disso, o risco de doenças cardiovasculares aumentam.  Todas essas mudanças na qualidade de vida podem levar à depressão e irritabilidade.

 

A Clínica da Mulher indica tratamentos que auxiliem no combate dos sintomas. A terapia de reposição hormonal tem a vantagem de aliviar os sintomas físicos (ondas de calor), psicológicos (depressão, irritabilidade) e genitais (secura vaginal, incontinência urinária) durante a menopausa. Alimentação saudável, atividade física regular, não fumar e evitar o consumo de álcool e higiene bucal são algumas outras medidas simples que, incorporadas aos hábitos de vida diários, podem ser úteis para minimizar os sintomas.

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