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Coluna

Desafio Ambiental: Elera renováveis articula ações para impulsionar a jornada ESG

Por Lenilde Pacheco

Foto: Pixabay

Uma das maiores empresas de energia 100% renovável do Brasil, com mais de 25 anos de atuação no setor elétrico, a Elera Renováveis acaba de ingressar no Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). Presente em 12 estados brasileiros, entre eles Bahia e Minas Gerais, a companhia opera um portfólio diversificado de geração a partir das fontes solar, eólica e hídrica, que somam cerca de 3,5 GW de capacidade instalada.

 

A Bahia ocupa posição estratégica na carteira de investimentos da Elera Renováveis, que atua em território baiano desde 2017 com o Complexo Eólico Alto Sertão I, localizado nos municípios de Caetité e Guanambi. Composto por 14 parques eólicos e 294 MW de capacidade instalada, o empreendimento é o maior ativo eólico da companhia e um dos principais do Nordeste, reforçando a relevância do estado na matriz energética renovável brasileira.

 


Foto: Elera Renováveis/Divulgação

 

Entre os principais empreendimentos da Elera, também se destaca o Complexo Solar Janaúba, em Minas Gerais, reconhecido como o maior parque solar do Hemisfério Sul e das Américas. Nos 12 estados brasileiros onde atua, a companhia mantém foco na qualidade operacional, na segurança e no compromisso com o desenvolvimento sustentável, contribuindo para a transição energética.

 

Nas regiões onde está presente, a Elera aposta na energia limpa e investe em iniciativas socioambientais, fortalecendo o desenvolvimento local e a preservação dos recursos naturais, conforme prevê a agenda ESG (sigla, em inglês, para ambiental, social e governança). “O Programa Elera Socioambiental reforça a visão da companhia de que o desenvolvimento sustentável deve ser conduzido de forma integrada, unindo conservação ambiental, inclusão produtiva e educação como pilares de uma transição energética justa e participativa”, afirma a diretora de Sustentabilidade, Tatiana Ricota.

 


Foto: Elera Renováveis/Divulgação

 

Com o Programa Elera Socioambiental, a empresa estrutura suas ações de investimento social privado e reafirma o compromisso de longo prazo com o desenvolvimento sustentável. A iniciativa reorganizou e ampliou os projetos, articulando três linhas de atuação: Biodiversidade e Clima, Desenvolvimento Econômico Inclusivo e Educação para o Futuro. Em 2024, 46% da mão de obra utilizada nas obras de expansão do Complexo Solar Janaúba (MG) foi composta por trabalhadores das comunidades do entorno, incluindo 70 mulheres capacitadas e contratadas para atuar na pré-montagem de estruturas solares.

 

Em 2024, a Elera destinou R$ 2,3 milhões a ações e projetos sociais, beneficiando comunidades vizinhas aos empreendimentos de geração renovável. A companhia também realizou a 15ª edição do Edital Socioambiental, apoiando cinco iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável e à melhoria da qualidade de vida local.

 

“Reformulamos o Programa Elera Socioambiental para melhor adequá-lo à visão da companhia sobre as melhores diretrizes para o desenvolvimento sustentável. Todas as ações precisam ser conduzidas de forma integrada, unindo conservação ambiental, inclusão produtiva e educação como pilares de uma transição energética justa e participativa”, completa Tatiana Ricota, diretora de Sustentabilidade da Elera Renováveis.

 


Foto: Elera Renováveis/Divulgação

 

No eixo Biodiversidade e Clima, as iniciativas priorizam resiliência climática, descarbonização, segurança hídrica e conservação ambiental — temas diretamente relacionados à preservação dos recursos naturais e à adaptação das comunidades às mudanças climáticas. No pilar de Desenvolvimento Econômico Inclusivo, as atividades estão direcionadas à promoção da agricultura familiar, ao empoderamento feminino e à geração de renda.

 

Com o Programa Educação para o Futuro, a companhia concentra iniciativas voltadas à formação profissional, à educação ambiental e climática, ao esporte e à cultura. A empresa estimula a inovação como ferramenta de transformação social e prepara as comunidades para os desafios da transição energética.

 

É importante observar que projetos eólicos podem gerar resistência por parte das comunidades locais. Por isso, o pilar social é tão crítico quanto o ambiental. No caso da Elera Renováveis, a agenda ESG é a base do modelo de negócios, orienta a relação com investidores e clientes, sustenta a licença social para operar e determina a viabilidade de crescimento de longo prazo. O desafio central é claro: transformar energia limpa em desenvolvimento sustentável real, equilibrando impacto ambiental positivo com governança sólida e justiça social nos territórios onde os parques eólicos estão instalados.